Chico Xavier: Ciência comprova que médium acertou 88% de dados impossíveis

Descubra como pesquisadores da UFJF utilizaram métodos científicos para validar mensagens psicografadas e o que isso revela sobre a vida após a morte

3 abr 2026 - 18h54

Um estudo inédito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) acaba de confirmar que Chico Xavier acertou 88% das informações em uma gravação de 1955. A pesquisa foi publicada pela revista científica internacional Explore e analisa uma sessão mediúnica de 54 minutos. Os cientistas concluíram que o mineiro trouxe detalhes extremamente precisos sobre pessoas falecidas em Portugal.

Um estudo inédito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) acaba de confirmar que Chico Xavier acertou 88% das informações
Um estudo inédito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) acaba de confirmar que Chico Xavier acertou 88% das informações
Foto: Reprodução/YouTube / Bons Fluidos

Ciência confirma precisão impressionante

O artigo avaliou que 87,7% dos dados apresentados pelo médium estavam corretos. Além disso, os pesquisadores apontam que seria improvável que Chico tivesse obtido essas informações por meios convencionais. Em 30,8% dos casos, o acesso a livros ou conversas prévias foi descartado como fonte dos dados.

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A sessão contou com a presença do líder espírita português, Isidoro Duarte Santos. Segundo Alexander Moreira-Almeida, diretor do Nupes, o médium descreveu continuamente 18 pessoas falecidas ligadas ao visitante. "E ele ia descrevendo características físicas, comportamentais, situações que aconteceram na vida deles", explicou o pesquisador da UFJF ao O Globo.

Dados impossíveis e poemas arcaicos

Durante o encontro, Chico Xavier psicografou poemas e uma carta atribuída à falecida esposa de Isidoro. O visitante reconheceu a assinatura e o estilo do texto como sendo de sua mulher. Os cientistas investigaram publicações da época para saber se o médium teria como forjar os dados. Alexander afirma que "fizemos um grande levantamento" para entender como essa informação poderia ter chegado ao Brasil.

O estudo também destacou a complexidade literária das mensagens recebidas. Chico psicografou sonetos com métricas rigorosas e até em português arcaico. Para o psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, "Chico Xavier, sem dúvida, está entre os médiuns que produziram uma maior diversidade de fenômenos". O resultado reforça as evidências sobre a sobrevivência da consciência após a morte física.

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