Uma criança de dez anos morreu após cair de um apartamento no quarto andar de um prédio nesta terça-feira, 29/07. O caso aconteceu na rua Oswaldo Cruz, bairro Aldeota, em Fortaleza.
De acordo com o Sistema Verdes Mares, o acidente aconteceu enquanto o menino estava com a irmã na casa dos avós. O avô havia saído para buscar a avó, e eles só souberam da queda ao retornar.
A criança caiu de uma altura de aproximadamente 10 metros após passar por uma abertura na tela de proteção da sacada do quarto. Informações preliminares indicam que os ganchos que sustentavam a tela estavam enferrujados, o que pode ter permitido que o menino forçasse a abertura.
Equipes policiais e da Perícia Forense estiveram no local para investigar a ocorrência. As causas exatas do acidente ainda estão sendo apuradas.
Em nota enviada ao Diário do Nordeste, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a morte está sendo investigada pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE). "A vítima, uma criança, foi a óbito após uma queda de um apartamento", confirmou.
Bebê e mãe são mortos com uso de arma branca e violência
Os laudos periciais realizados nos corpos de Kauany Martins Kosmalski, de 18 anos, seu bebê de apenas dois meses, Miguel Martins Kosmalski, e Ariel Silva da Rosa, de 16 anos, apontam detalhes estarrecedores sobre o triplo homicídio ocorrido em 20 de julho, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Segundo informações da Delegacia de Polícia de Esteio, os documentos elaborados pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) revelam que os dois adolescentes foram mortos com uso de arma branca e sofreram agressões com violência extrema. Os peritos também encontraram marcas de defesa nos corpos de Kauany e Ariel, o que indica que ambos pretendiam se proteger antes de morrer.
No caso do pequeno Miguel, o laudo aponta traumatismo craniano como causa da morte. Inicialmente, as autoridades chegaram a informar que o bebê teria sido lançado ainda vivo sobre os corpos das outras vítimas.
Durante a investigação, exames com luminol identificaram vestígios de sangue no interior do veículo que teriam sido utilizados para cometer o crime. As amostras foram coletadas e enviadas ao Laboratório de Genética Forense do IGP para análise de DNA.