Luiz Inácio Lula da Silva conquistou um inédito quarto mandato presidencial ao obter a maior votação da história, com mais de 64,1 milhões de votos, superando o recorde anterior e derrotando Flávio Bolsonaro, que somou 59,7 milhões. A vitória foi impulsionada pela menor taxa de abstenção em um segundo turno desde 2006, caindo para 19,21%, além da redução de votos brancos e nulos, o que levou cerca de 5 milhões de eleitores a mais a escolherem um candidato em comparação ao primeiro turno.
Além de alcançar uma inédita virada no segundo turno das eleições presidenciais, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve a maior votação da história das corridas pelo Palácio do Planalto.
Com 99,90% das urnas apuradas, Lula já tem 64.168.688 votos, superando seu recorde do segundo turno de 2022, quando havia obtido 60.345.999. O candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL), com 59.788.598, aparece em terceiro lugar no ranking.
Parte disso se deve a uma queda significativa das abstenções: em 2026, 19,21% dos eleitores não foram às urnas no segundo turno, contra 21,08% do primeiro. Isso significa que cerca de 3 milhões de eleitores a mais depositaram seu voto em 25 de outubro. Quando se considera também os brancos e nulos, quase 5 milhões de pessoas a mais escolheram um dos candidatos disponíveis.
Esse índice também é a menor abstenção no segundo turno desde 2006, com 18,99%.