Em um comentário publicado pela KCNA intitulado "O Livro Branco de Defesa do Japão tem como objetivo a reinvasão e visa legalizar o funcionamento da máquina de guerra", um analista norte-coreano afirmou que o Livro Branco de 2026 do Japão "descreveu sem fundamento" a Coreia do Norte como o maior desafio estratégico, a fim de "justificar seu imprudente aumento do armamento".
Pyongyang intensificou suas críticas à política de defesa de Tóquio, emitindo declarações pelo menos sete vezes desde julho.
Kim Yo Jong, da Coreia do Norte — a influente irmã do líder Kim Jong Un —, advertiu na semana passada que Pyongyang adotaria "opções militares adicionais" em resposta ao que ela chamou de transformação do Japão em uma potência militar, depois que Tóquio realizou um teste de lançamento de um míssil de cruzeiro Tomahawk de fabricação norte-americana.
No dia seguinte, a Coreia do Norte realizou um teste de lançamento de um míssil balístico de curto alcance em direção ao mar entre os dois países, o que, segundo alguns analistas, pode ter sido um aviso ao Japão.