Eleições 2026: veja os governadores que vão disputar o 2º turno

Cinco Estados e o Distrito Federal terão nova votação em 25 de outubro; situação do Rio de Janeiro ainda depende do caso Garotinho

4 out 2026 - 21h47
(atualizado às 22h17)
Foto: Agência Pública

Eleitores de cinco Estados e do Distrito Federal voltarão às urnas em 25 de outubro para escolher governadores. Até as 21h27 deste domingo, 4, estavam confirmados segundos turnos no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do DF.

A nova votação ocorre porque nenhum dos candidatos nesses locais conseguiu mais de 50% dos votos válidos, condição necessária para a vitória no primeiro turno.

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Veja os confrontos já definidos

  • Acre: Mailza Assis (PP) x Alan Rick (Republicanos). Mailza chegou perto de encerrar a disputa no primeiro turno e tinha 49,76% dos votos válidos, contra 32,26% de Alan Rick, com a apuração praticamente concluída.
  • Amazonas: Omar Aziz (PSD) x Professora Maria do Carmo (PL). Com 98,03% das urnas apuradas, Aziz tinha 40,34% dos votos válidos e Maria do Carmo, 24,78%.
  • Distrito Federal: Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT). Com 100% das urnas apuradas, Celina terminou com 49,93% dos votos válidos, enquanto Grass obteve 34,47%.
  • Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) x Ricardo Ferraço (MDB). Pazolini ficou próximo de vencer no primeiro turno, com cerca de 49,6%, enquanto Ferraço teve aproximadamente 34%.
  • Rio Grande do Norte: Allyson Bezerra (União Brasil) x Cadu Xavier, o Cadu de Lula (PT). Os dois garantiram as vagas na segunda etapa da disputa após superarem os demais concorrentes neste domingo.
  • Tocantins: Professora Dorinha (União Brasil) x Vicentinho Júnior (PSDB). Na confirmação matemática do segundo turno, Dorinha tinha 45,75% dos votos válidos e Vicentinho Júnior, 43,72%.

Situação do Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) até podem disputar o segundo turno. Mas o Estado tem uma situação diferente por causa da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos). O registro do ex-governador foi indeferido, e os votos aparecem como anulados sub judice enquanto há recurso pendente.

A definição interfere diretamente no resultado da eleição. Mantidos os votos de Garotinho como nulos, Ruas pode superar a marca de 50% dos votos válidos e ser eleito ainda no primeiro turno. Caso esses votos sejam posteriormente considerados válidos, o cálculo dos votos válidos muda e pode levar a eleição fluminense ao segundo turno.

A disputa é restrita aos dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação onde ninguém conseguiu a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno.

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Fonte: Portal Terra
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