Em sabatina, o candidato à Presidência Renan Santos (Missão) acusou Lula de ser "amigo" e Flávio Bolsonaro de ser "aliado" do crime organizado, apontando ambos como corruptos. O presidenciável também ironizou propostas de Augusto Cury (Avante), como o uso de drones contra o feminicídio, após o escritor avançar para o terceiro lugar nas intenções de voto das pesquisas Atlas/Bloomberg e BTG/Nexus.
O candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos, disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é "amigo do crime organizado" e que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) é "aliado do crime organizado no Rio de Janeiro". Em sabatina da Gazeta do Povo, o presidenciável também criticou o seu adversário Augusto Cury (Avante), que subiu em duas pesquisas divulgadas nesta segunda-feira, 31.
"Os dois estão em primeiro nas pesquisas e são os maiores corruptos envolvidos em escândalos de corrupção da nossa história, e ninguém está ligando", disse. "O Lula é amigo do crime organizado, recebeu através do governo dele, membros do Comando Vermelho e do PCC e teve ministro do governo dele fazendo filme junto com turma do Comando Vermelho do PCC que chama O Grito, tá na Netflix", disse.
Em relação a Flávio Bolsonaro, o presidenciável afirmou que "eles estavam apoiando o Bacelar e o TH Jóias, que são ligados ao Comando Vermelho lá no Rio de Janeiro", disse.
Augusto Cury
Além disso, em relação ao candidato Augusto Cury, que subiu nas pesquisas divulgadas nesta segunda-feira e apareceu em terceiro lugar. "O cara que está agora em terceiro, de acordo com as pesquisas que saíram hoje, que parece um filme psicodélico, é o Augusto Cury que falou que vai usar drones para derrotar o feminicídio. É uma coisa muito, muito insana", disse.
O escritor e candidato alcançou o terceiro lugar na disputa presidencial pelo primeiro turno nas pesquisas Atlas/Bloomberg e BTG/Nexus divulgadas nesta segunda, e chegou a atingir dois dígitos no levantamento BTG/Nexus, saltando de 2% a 11% das intenções de voto. No estudo Atlas/Bloomberg, ele atingiu 7,8%, após sair de 1,6% na pesquisa passada.