Quaest: 64% dos eleitores aprovam fim das bets e 61% aprovam o fim da escala 6x1

14 out 2026 - 19h50
Resumo
Pesquisa Quaest aponta que o fim das bets e o término da escala 6x1 lideram a aprovação popular entre as propostas de Lula, com 64% e 61% de apoio dos eleitores informados, respectivamente. Já entre as medidas ligadas a Flávio Bolsonaro, a redução da maioridade penal atinge 61% de aprovação, enquanto classificar facções e milícias como terrorismo tem 48% de apoio. O levantamento ouviu 2.154 pessoas entre 10 e 13 de outubro, com margem de erro de dois pontos e registro no Tribunal Superior Eleitoral.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14, mostra que o fim da operação legal das bets no País e o fim da escala de trabalho 6x1 são as propostas do atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mais aprovadas pelo eleitor.

Conforme o levantamento, 64% dos entrevistados disseram que sabiam do fim das bets e apoiam a medida. Entre os que tinham conhecimento sobre a medida, 17% a desaprovam, de acordo com a pesquisa.

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Já o fim da escala de trabalho 6x1, que está sendo votada nesta quarta-feira pelo Senado, tem aprovação de 61% dos entrevistados, entre aqueles que foram ouvidos e tinham conhecimento sobre a medida. Também entre os que já conheciam a medida, a desaprovação é de 20%.

A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08729/2026.

Entre as medidas relacionadas ao adversário de Lula no segundo turno das eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL), a que tem maior aprovação é a redução da maioridade penal para 16 anos e para 14 anos em caso de estupro. A proposta é aprovada por 61% dos eleitores que tinham conhecimento sobre ela, enquanto a desaprovação é de 8%.

Também relacionada ao senador, a proposta de considerar facções criminosas e milícias como terrorismo é aprovada por 48% dos eleitores, enquanto a desaprovação é de 22%.

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