Lula sobre caminhada: aqui está quem prendeu quadrilha da Previdência, criada por Bolsonaro

3 out 2026 - 12h44
Resumo
No último ato de campanha antes do primeiro turno, em São Paulo, o presidente Lula afirmou que seu grupo combateu a "quadrilha da Previdência", que atribuiu à gestão Bolsonaro. O petista polarizou a eleição entre democracia e barbárie, chamou o adversário de fascista e chefe de quadrilha, e prometeu avanços na educação e tecnologia. Por fim, declarou que a Avenida Paulista pertence ao povo e pediu o comparecimento de eleitores com mais de 70 anos às urnas neste domingo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado, 3, durante o último ato de campanha antes do primeiro turno, que a caminhada que ocorre em São Paulo reúne integrantes de seu governo responsáveis por prender o que chamou de "quadrilha da Previdência", que, segundo ele, teria sido criada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na sequência, Lula afirmou que seus adversários "estão com medo porque a cada hora aparece uma coisa nova" envolvendo o caso Master, e acrescentou: "Só falta aparecer quem participou da orgia".

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O petista também voltou a enquadrar a disputa eleitoral como um confronto entre projetos. "De um lado tem a democracia e a soberania, do outro a barbárie", afirmou. Em outro momento, disse que "o povo brasileiro vai derrotar a extrema-direita, os fascistas" e declarou que "do outro lado tem um chefe de quadrilha".

Lula ainda afirmou que seus adversários "acabaram com tudo e nós reconstruímos" e prometeu fazer uma "revolução educacional e tecnológica" no País. Ao falar da mobilização na reta final, disse que "a Paulista não é da direita, é do povo brasileiro" e repetiu o apelo para que eleitores com mais de 70 anos compareçam às urnas neste domingo, 4. O ato deste sábado encerra a agenda oficial de campanha de Lula antes do primeiro turno.

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