Em sabatina à TV Globo, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que seu pai, Jair Bolsonaro, não pediu cargos em um eventual governo, servindo apenas como conselheiro. Flávio detalhou que usará as Forças Armadas nas fronteiras, destacando a Marinha no Porto de Santos e o Exército na Amazônia. Sobre o passado, disse que Sergio Moro pediu para sair do ministério em 2020 e criticou Lula por supostamente aparelhar a chefia da Polícia Federal com a nomeação de Andrei Rodrigues.
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), declarou nesta sexta-feira, 16, em sabatina para a TV Globo, que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não tratou com ele sobre assumir um cargo no governo.
"O meu pai vai ser você, o povo brasileiro, vai ser você para quem eu vou trabalhar. O presidente Bolsonaro nunca tratou de cargo comigo, nunca sugeriu que gostaria de trabalhar no governo, eu tenho o privilégio de, quando eu puder consultar um ex-presidente da República, eu tenho um dentro de casa", afirmou.
Durante a sabatina, Flávio Bolsonaro também falou sobre o papel que as Forças Armadas terão no governo. Segundo ele, elas irão "tomar conta das fronteiras e resgatar soberania".
O candidato do PL declarou também que a Marinha terá uma "tropa de elite" para cuidar do Porto de Santos, enquanto o Exército fará a proteção ostensiva da Amazônia.
Troca na PF
Questionado sobre a troca do ministro da Justiça e Segurança Pública, o governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), em abril de 2020, Flávio diz que Moro "pediu para sair". Para atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele declarou que Lula colocou o "amigo", o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, no comando da instituição.