Paraense constrói moto aquática de madeira e é abordado pela Marinha

Criador de veículo inusitado virou sensação na internet e deve regularizar uso de moto aquática

24 jun 2026 - 14h57
(atualizado às 15h16)
Moto aquática de madeira virou sensação nas redes sociais
Moto aquática de madeira virou sensação nas redes sociais
Foto: Reprodução/Instagram

Uma moto aquática de madeira, construída de forma artesanal no Pará, virou sensação nas redes sociais e chamou a atenção da Marinha do Brasil. O projeto, que ficou conhecido como “CrisJet” nas redes, devido ao nome do criador, Cristiano Gonçalves, deve passar por regularização, testes de segurança e acabamento para poder ser utilizado.

Cristiano é carpinteiro naval e trabalha em Abaetetuba, no Pará. Segundo ele relatou em um vídeo, publicado no Instagram no último domingo, 21, a construção da moto aquática de madeira foi um sonho realizado. Devido à repercussão de seus vídeos, a Marinha foi até seu estaleiro, onde ele trabalha fazendo reparos em embarcações e fabrica peças.

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“Todos sabem que foi um sonho que eu tirei do papel, né? Consegui construir. E agora teve uma repercussão tão grande, que eu tive o privilégio de ter a Marinha em meu porto hoje cedo, para devidos esclarecimentos e regularização da nova moto aquática”, disse.

Por se tratar de uma embarcação motorizada, existem normas de segurança e documentação específica para que o veículo possa navegar. “Vamos aproveitar esse momento para dar uma pausa no teste de navegação e continuar aqui em terra, no estaleiro, a terminar o acabamento dele”, completou Cristiano.

Segundo informações divulgadas sobre o projeto, a embarcação tem cerca de 4,5 metros de comprimento e recebeu um motor Kawashima de 38 HP. O modelo também conta com sistema de resfriamento, importante em uma estrutura motorizada com compartimento fechado e pode, assim como motos aquáticas normais, levar um passageiro.

Apesar da visita da Marinha ter sido inesperada, o criador do CrisJet levou a situação como uma boa surpresa. Agora, caso a embarcação esteja apta para ser regularizada, poderá navegar em rios da região.

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Procurada pelo Terra, a Marinha não retornou sobre o caso.

Fonte: Portal Terra
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