O São Paulo mudou o rumo sobre o futuro de Robert Arboleda após uma reunião considerada tensa entre o jogador, seu estafe e dirigentes do clube. O encontro ocorreu logo após o retorno do zagueiro ao Brasil, depois de um período de ausência que gerou forte desgaste interno.
De acordo com a ESPN, a diretoria repreendeu o defensor e afirmou que ele perdeu a confiança da torcida após os episódios recentes. Durante a conversa, houve divergências e cobranças diretas sobre sua postura.
Mesmo diante do cenário, o clube optou por não avançar na rescisão contratual. A decisão agora é tratar Arboleda como um ativo de mercado, visando uma possível negociação na próxima janela de transferências.
Internamente, existe o entendimento de que liberar o jogador sem custos poderia fortalecer um rival direto. Por isso, o vínculo até 2027 passa a ser visto como trunfo em uma eventual negociação.
Como medida disciplinar, o zagueiro foi multado em um salário. Além disso, terá que cumprir um protocolo físico antes de voltar a treinar, com atividades separadas do elenco principal em um primeiro momento.
Durante a reunião, o atleta adotou um tom mais discreto e informou que recebeu sondagens de clubes do Brasil e do exterior no período em que esteve fora.
O caso envolvendo Arboleda começou após o jogador descumprir o prazo de retorno ao Brasil depois de viagem ao Equador. O clube chegou a notificá-lo formalmente e, em um primeiro momento, discutiu até uma rescisão amigável, que não avançou.
Agora, o São Paulo tenta reorganizar a situação enquanto segue com a temporada. A equipe volta a campo na próxima quinta-feira (7) pela Copa Sul-Americana, diante do O'Higgins, fora de casa.