O Nubank assumiu o naming rights pelos próximos 18 anos pela Arena do Palmeiras, e o novo nome será divulgado nesta segunda-feira, 4, a partir das 12h, como resultado da votação encerrada na quinta-feira. As opções eram: Nubank Parque, Parque Nubank ou Nubank Arena.
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O próximo compromisso do time de Abel Ferreira no estádio, contra o Cerro Porteño, no dia 20 de maio, pela Libertadores, já será com o Nubank como dono dos naming rights.
WTorre e Nubank vão aproveitar o período sem jogos por causa da Copa do Mundo 2026 para que o banco digital deixe o estádio com sua paleta de cores: roxo e vários tons de verde, que foi acrescentado à paleta do Nubank após o acordo pela arena.
Para estampar a nova nomenclatura, o Nubank vai pagar até 2034 aproximadamente R$ 51 milhões por ano, enquanto que o parceiro anterior rendia R$ 15 milhões. O Palmeiras não fez parte da negociação, mas tem direito a 15% do valor, e esse percentual aumenta a cada cinco anos.
O último jogo como Allianz Parque foi no empate com o Santos por 1 a 1, na noite de sábado, 2. Foram no total 348 jogos, 8,7 milhões de torcedores e faturamento acima de R$ 235 milhões em repasses pelo uso de propriedades da arena.
Segundo a WTorre, administradora da arena, com essa nomenclatura, por 12 anos, o estádio recebeu mais de 2.400 eventos, sendo 348 jogos, 269 shows (de 148 artistas internacionais e 121 nacionais), além dos eventos corporativos. O historiador do clube, Fernando Galuppo, contabilizou só em bilheteria, o Palmeiras acumulou R$ 564,6 milhões.
Além do rendimento com ingressos, o clube tinha direito a percentuais mensais, que aumentaram ao longo dos 30 anos de contrato, referente a aluguel para shows, exploração de setores, locação de camarotes e cadeiras, por exemplo, além dos naming rights - que terá valores maiores com a mudança.