Renato Gaúcho, do Grêmio, declara apoio a Flávio Bolsonaro

11 out 2026 - 23h01
Resumo
Após o empate no clássico Gre-Nal, o técnico Renato Gaúcho defendeu seu auxiliar Alexandre Mendes das acusações de agressão, criticando a cobertura da imprensa e afirmando sua inocência perante o Ministério Público. No desfecho de sua fala, o treinador uniu o caso à política nacional e declarou abertamente apoio a Flávio Bolsonaro na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial.

Após o clássico Gre-Nal, o técnico gremista defendeu seu auxiliar Alexandre Mendes de acusações e abriu voto para a disputa do 2º turno presidencial.

Renato Gaúcho em coletiva pelo Grêmio
Renato Gaúcho em coletiva pelo Grêmio
Foto: Renato Gaúcho em coletiva pelo Grêmio ( Reprodução) / Gávea News

Na coletiva de imprensa realizada após o empate em 1 a 1 entre Grêmio e Internacional neste domingo (11), pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro na Arena do Grêmio, o técnico Renato Portaluppi chamou a atenção ao unir a defesa de seu auxiliar técnico a um posicionamento político explícito.

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Na última pergunta da entrevista, o treinador saiu em defesa de seu assistente Alexandre Mendes, que havia sido detido na quinta-feira por suposto descumprimento de medida protetiva contra a ex-mulher. Alexandre foi solto na sexta-feira, trabalhou normalmente no sábado e esteve no banco de reservas ao lado de Renato no clássico. Ao comentar o caso, Renato criticou o tratamento dado por setores da imprensa, afirmando que o Ministério Público já inocentou o profissional e questionando a falta de empenho da mídia em noticiar a inocência.

Foi no desfecho dessa declaração que o comandante do Grêmio manifestou sua posição para o cenário político nacional:

"A gente vive em um país que é o seguinte: antes se atira e depois perguntam se é inocente ou culpado. Teve jornalista massacrando o Alexandre Mendes. Sou a favor da prisão do cara que bate na mulher. O dia que ele fizer isso ele não vai mais trabalhar comigo. Mas é a sétima vez que acusam o cara e ele é inocente. A imprensa tem que parar de dar 5 minutos de fama para quem não deve dar. Aí no dia seguinte o próprio Ministério Público inocentou ele. E alguns jornalistas foram com uma sede para condenar o cara. Por que não tiveram essa sede para inocentar ele agora? Gozado isso. Eu não deveria falar isso, mas é por isso que sou Bolsonaro", disparou o treinador, sendo aplaudido após a resposta.

Com essa declaração, Renato abriu voto para Flávio Bolsonaro na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial, cuja votação está agendada para o dia 25 de outubro.

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