Técnico do Fluminense aponta quem é o titular da lateral esquerda

Guilherme Arana atuou na vitória osnre o Atlético-MG, mas Luís Zubeldía deixou claro que Renê é o dono da posição

22 mar 2026 - 11h40
Guilherme Arana chegou ao Fluminense nesta temporada –
Guilherme Arana chegou ao Fluminense nesta temporada –
Foto: Leonardo Brasil/Fluminense / Jogada10

O Fluminense superou o Atlético-MG por 1 a 0 na noite do último sábado (21), em duelo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Com o apoio da torcida no Maracanã, o Tricolor garantiu três pontos cruciais na tabela de classificação.

Para encarar o desafio contra os mineiros, o técnico argentino Luis Zubeldía promoveu alterações pontuais na equipe titular. Nesse sentido, o treinador escalou os laterais Guga e Guilherme Arana, além do centroavante Rodrigo Castillo. A aposta no ataque surtiu efeito imediato, já que Castillo anotou o único gol que selou o triunfo carioca.

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Logo após o apito final, Zubeldía respondeu a questionamentos sobre a concorrência no lado esquerdo da defesa durante a entrevista coletiva. Embora tenha utilizado Arana — reforço de peso para a temporada de 2026 — no time inicial, o comandante assegurou que Renê permanece como sua escolha principal para o setor.

Guilherme Arana chegou ao Fluminense nesta temporada –
Foto: Leonardo Brasil/Fluminense / Jogada10

"O Renê para mim é titular. Quando um não vai bem, temos alternativas. É um jogador que eu gosto muito, porque tem ofício para defender, mas ataca por dentro, por fora. Um jogador de grupo, com experiência. O Renê ganhou meu respeito, é um jogador titular", afirmou o técnico.

Reforço do Fluminense

Apesar de sua preferência clara, o argentino explicou que o contexto físico e tático do confronto exigiu a entrada de Arana. Segundo ele, a necessidade de oxigenar o elenco após o desgaste no clássico contra o

"Às vezes escolho que jogue Arana, porque ele também é um grandíssimo jogador. Dependendo um pouco da situação, do que acontece no campo, dos contextos, eu tomo a decisão. Hoje, como eu expliquei, para mim era importante ter energia em alguns setores do campo durante os 90 minutos, e só cabia escolher um jogador que não havia jogado a partida com o Vasco. Eu sabia que o treinador deles ia explorar os extremos, os dois extremos. Para esse jogo, não podia fazer duas mudanças, ou uma mudança nas laterais, porque sabia que os dois médios podiam cansar, e que os dois médias pontas podiam cansar, e sabia que Castillo podia sentir o peso dos 90 minutos", concluiu Zubeldía.

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