CEO do Atlético garante aporte de R$ 500 milhões dentro de um mês

Pedro Daniel explicou que os recursos serão utilizados para quitar pendências financeiras e garantir fluxo de caixa para o segundo semestre

20 mar 2026 - 15h27
Pedro Daniel quer manter um time competitivo em 2026 –
Pedro Daniel quer manter um time competitivo em 2026 –
Foto: Pedro Souza/Atlético / Jogada10

O CEO do Atlético, Pedro Daniel, confirmou que o clube receberá um aporte financeiro dentro de 30 dias dos sócios majoritários da SAF: Rubens Menin e Rafael Menin. O objetivo é ter um alívio nas contas a curto e médio prazos, sem comprometer o caixa.

A previsão é que caia nas contas do Galo R$ 500 milhões, montante que servirá para pagar dívidas bancárias. Afinal, os juros elevados das instituições financeiras afetam o clube na parte operacional do futebol a cada ano. Assim, é necessário reorganizar os valores para quitar as pendências.

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Além disso, a expectativa é melhorar o fluxo de caixa até a próxima janela de transferências, o que poderá servir também para garantir maior tranquilidade para investimentos na equipe.

"Vai acontecer. Teremos novidades em cerca de 30 dias. Teremos uma boa novidade", disse Pedro Daniel, após o sorteio da Sul-Americana, à "GE TV".

O Galo possui uma dívida na casa de R$ 1,8 bilhão, de acordo com o último balanço financeiro divulgado pelo clube. Aliás, os débitos bancários ocupam a maior parte deste montante: aproximadamente R$ 941 milhões.

Qual a meta do Atlético na temporada?

Pedro Daniel destacou ainda os desafios esportivos e o principal objetivo do Atlético para esta temporada: conseguiu uma vaga na Libertadores para o ano que vem. Para cumprir esta meta, o Alvinegro definiu o Campeonato Brasileiro como prioridade. No entanto, sem esquecer da Sul-Americana.

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Pedro Daniel quer manter um time competitivo em 2026 –
Foto: Pedro Souza/Atlético / Jogada10

"Temos um foco no Brasileiro. Na verdade, o nosso grande objetivo do ano é voltar para a Libertadores. Existem dois caminhos: o Brasileiro e o título da Sul-Americana. Queremos ser competitivos no Brasileiro, mas a final da Sula nos machucou no ano passado", disse o CEO, antes de completar:

"O Domínguez gosta de mata-mata, desse tipo de competição. Todo o histórico dele no Estudiantes. Então, estou confiante de que seremos competitivos na Sul-Americana, mas sem perder o foco no Brasileiro".

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