Confinado no BBB 26, Jonas Sulzbach já comentou sobre a própria história de vida na casa mais vigiada do país, que foi marcada pela violência doméstica sofrida pela mãe e pela morte do irmão mais novo, Rafael Noronha, assassinado a tiros em junho de 2012, cerca de três meses após a participação do modelo no BBB 12.
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Rafael era meio-irmão de Jonas, fruto do segundo casamento da mãe deles, Marlene Verruck, e morreu assassinado aos 20 anos na cidade de Lajeado (RS), a 120 km de Porto Alegre.
Segundo notícias da época, o corpo de Rafarl foi encontrado por volta das 4h da manhã do dia 25 de junho próximo a um campo de futebol. A Polícia Civil tratou o caso como uma execução, mas o responsável pelo crime nunca teve o nome revelado publicamente.
Na época do crime, o pai de Jonas, Fernando Sulzbach, comentou o caso e disse que a morte foi ligada ao consumo de drogas de Rafael, que era dependente químico. "Tivemos problemas com isso por muitos anos. A gente até já aguardava por esse episódio, né? Esse é o fim para quem se mete com drogas. Ele foi internado várias vezes e sempre fugia. A gente lamenta muito porque fizemos de tudo para tentar salvá-lo", disse ele ao G1.
Por outro lado, Jonas declarou em 2012 que o assassinato do irmão aconteceu porque ele se envolveu com uma mulher comprometida. "Tudo leva a crer que foi por causa de uma mulher que ele estava envolvido, que tinha um parceiro 'do mal'. Ele já tinha sofrido ameaça dessa pessoa para se afastar dela", disse o ex-BBB ao site Fuxico.
Durante os primeiros dias do BBB 26, Jonas contou aos colegas de confinamento que o padrasto, o pai de Rafael, era dependente químico e agredia a mãe dele. O modelo disse que o padrasto foi preso por tentativa de homicídio. "Cresci vendo minha mãe apanhando e sofrendo e não conseguia fazer nada", relatou.
Na conversa com os outros brothers, ele também lembrou da morte do irmão. "Estava recém-saído do Big Brother. Nesse tempo todo que as coisas estavam acontecendo comigo, meu irmão estava se afundando nas drogas, igual ao pai dele. A vida da minha mãe era ficar em clínica internando e tentando de tudo, como toda mãe faria. Minha vida foi do céu ao inferno em três meses. O melhor ano da minha vida nada mais valia. A gente recebeu uma ligação. O delegado ligou e falou que o Rafael morreu. Foi muito difícil, minha mãe entrou em uma depressão profundíssima depois disso."