Em "Êta Mundo Melhor!", sequência do sucesso de 2016, Candinho (Sérgio Guizé) passa por um dos golpes mais duros de sua vida já nos primeiros episódios. Enquanto a história apresenta temas de esperança e leveza, um momento central traz tragédia, traição e empatia — ingredientes que aproximam o público e elevam o impacto narrativo.
O protagonista será vítima de um golpe cruel arquitetado por Zenaide (Evelyn Castro), com a cumplicidade de um garoto esperto, Simbá (Arthur Yera), que se passará por Samir (Davi Malizia). O mocinho ficará aos prontos ao descobrir o que rolou com seu herdeiro raptado no passado.
1. O golpe que abala a alma
Nos capítulos iniciais, Ernesto (Eriberto Leão), dado como morto no final de "Êta Mundo Bom!", reaparece para sequestrar o filho recém-nascido de Candinho, Júnior (também chamado de Samir).O vilão, acompanhado por Sandra (Flávia Alessandra), trama embalar esse drama, confrontando a esperança do protagonista logo de cara.
2. Dor, perda e surpresa
A tragédia se intensifica: a cabana onde Filomena (Débora Nascimento) se refugia é consumida por um incêndio, e a personagem morre ao tentar salvar o bebê.A notícia, por si só, já seria devastadora — mas a dor se agrava quando Anastácia (Eliane Giardini), ao saber do sequestro do neto, sofre um infarto fatal. Em poucas cenas, Candinho perde mulher, mãe e filho: um trio de tragédias que redefine sua jornada.
3. A punhalada da traição
Quando tudo parecia estar em colapso, o primo Celso (Rainer Cadete) dá o golpe definitivo: ele, aliado à prima Sandra e a Zulma (Heloísa Périssé), prejudica Candinho para obter qualquer vantagem — e chega a sugerir eliminar a criança.Ponto alto da vilania, essa traição moral representa a "punhalada no coração" do protagonista — um momento de choque para o telespectador e para o herói.
4. Tramas que misturam leveza e drama
Embora a novela mantenha o mote otimista — embasado no bordão "tudo o que acontece de ruim é pra melhorar", o contraste com a tragédia exercita a força do melodrama clássico. A ambientação no fim dos anos 1940, dividida entre zona rural e urbana em São Paulo, reforça as raízes caipiras e a sensibilidade da história .
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