A TV Globo estuda encerrar a tradição de postos vitalícios na bancada do Jornal Nacional. A proposta prevê avaliações a cada cinco anos, permitindo a substituição ou renovação dos âncoras conforme o alinhamento às exigências editoriais da emissora. A medida busca dar mais flexibilidade à cúpula do canal para gerenciar seus titulares, movimento que ganha força nos bastidores em meio a reajustes salariais e revisões de desempenho de nomes do setor jornalístico.
Ao mesmo tempo em que aumenta o salário dos principais âncoras do jornalismo, a Globo estuda uma importante mudança no "Jornal Nacional" e para os próximos anos. E nem estamos falando de uma possível saída de Renata Vasconcellos após mais de uma década na bancada.
E sim do fim da cadeira vitalícia no noticiário de maior audiência da TV brasileira, assunto tratado no passado e que voltou a ganhar força nos bastidores, segundo o colunista Alessandro Lo-Bianco. A ideia agora é que a cada cinco anos uma mudança na apresentação do "JN" aconteça. Porém, não seria uma regra obrigatória, uma vez que no mesmo período pode acontecer a renovação da titularidade.
O Purepeople procurou nesta manhã (9) a assessoria da Globo e aguarda retorno.
Cesar Tralli não teve boa avaliação em entrevistas das eleições 2026
A cúpula da Globo quer poder ter liberdade de fazer uma avaliação de cada âncora e poder, assim, efetuar mudanças quando o apresentador "deixar de corresponder às exigências editoriais" do "Jornal Nacional", ainda segundo o colunista. Isso acontece semanas após Cesar Tralli não for bem avaliado em relação à sua postura nas entrevistas com os presidenciáveis.
O marido de Ticiane Pinheiro seria o mediador do debate da última quinta-feira (1º) cancelado em cima da hora depois que Gilmar Mendes impôs a presença de Renan Santos e a ministra do TSE Estela Aranha proibir a presença do púlpito destinado a Lula, que decidiu não comparecer, assim como Flávio Bolsonaro.
A ideia da Globo para troca de...
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