Globo estuda mudança inédita no 'Jornal Nacional' com fim de tradição após 57 anos ligada à avaliação interna sobre 'exigências editoriais'

A Globo pode colocar em prática uma avaliação dos apresentadores do 'Jornal Nacional' e, assim, eliminar a chamada 'cadeira cativa' do principal telejornal do país, segundo o colunista Alessandro Lo-Bianco

9 out 2026 - 08h25
Resumo
A TV Globo estuda encerrar a tradição de postos vitalícios na bancada do Jornal Nacional. A proposta prevê avaliações a cada cinco anos, permitindo a substituição ou renovação dos âncoras conforme o alinhamento às exigências editoriais da emissora. A medida busca dar mais flexibilidade à cúpula do canal para gerenciar seus titulares, movimento que ganha força nos bastidores em meio a reajustes salariais e revisões de desempenho de nomes do setor jornalístico.
Globo estuda mudança inédita no 'Jornal Nacional' após 57 anos.
Globo estuda mudança inédita no 'Jornal Nacional' após 57 anos.
Foto: Divulgação/TV Globo / Purepeople

Ao mesmo tempo em que aumenta o salário dos principais âncoras do jornalismo, a Globo estuda uma importante mudança no "Jornal Nacional" e para os próximos anos. E nem estamos falando de uma possível saída de Renata Vasconcellos após mais de uma década na bancada.

E sim do fim da cadeira vitalícia no noticiário de maior audiência da TV brasileira, assunto tratado no passado e que voltou a ganhar força nos bastidores, segundo o colunista Alessandro Lo-Bianco. A ideia agora é que a cada cinco anos uma mudança na apresentação do "JN" aconteça. Porém, não seria uma regra obrigatória, uma vez que no mesmo período pode acontecer a renovação da titularidade.

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O Purepeople procurou nesta manhã (9) a assessoria da Globo e aguarda retorno.

Cesar Tralli não teve boa avaliação em entrevistas das eleições 2026

A cúpula da Globo quer poder ter liberdade de fazer uma avaliação de cada âncora e poder, assim, efetuar mudanças quando o apresentador "deixar de corresponder às exigências editoriais" do "Jornal Nacional", ainda segundo o colunista. Isso acontece semanas após Cesar Tralli não for bem avaliado em relação à sua postura nas entrevistas com os presidenciáveis.

O marido de Ticiane Pinheiro seria o mediador do debate da última quinta-feira (1º) cancelado em cima da hora depois que Gilmar Mendes impôs a presença de Renan Santos e a ministra do TSE Estela Aranha proibir a presença do púlpito destinado a Lula, que decidiu não comparecer, assim como Flávio Bolsonaro.

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A ideia da Globo para troca de...

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