Ao comentar as informações da Polícia Federal sobre a ofensiva de Daniel Vorcaro contra jornalistas que o desagradavam e a contratação de influenciadores para fazer postagens de interesse do Banco Master, Mônica Waldvogel expôs uma situação pessoal.
“Eu costumo ser muito ofendida nas redes sociais, do tipo ‘ih, olha, não caiu o Pix’”, relatou a apresentadora do ‘Em Ponto’.
“Eles supõem que seja possível que as coisas que a gente analisa, informa e apura, sejam motivadas por pagamentos.”
A veterana da GloboNews se referia à parcela de público na internet que recorre à disseminação do ódio (o famigerado ‘hate’) contra a imprensa.
“É uma campanha constante para desmoralizar o jornalismo”, afirma.
Waldvogel disse que o desmantelamento do esquema de perfis populares de redes sociais a serviço de Vorcaro serviu para separar influenciadores de jornalistas profissionais.
A apresentadora manifestou solidariedade com uma colega de canal, Malu Gaspar, alvo de espionagem e pressão por suas notas sobre Vorcaro em ‘O Globo’, e também com a repórter Consuelo Dieguez, da revista ‘Piauí’, uma das primeiras a publicar suspeitas de irregularidades no Master.