O fim do casamento entre Gracyanne Barbosa e Belo continua rendendo revelações impactantes. Em conversa com o jornalista Leo Dias, a influenciadora abriu o jogo sobre os bastidores jurídicos do divórcio e não poupou críticas à escolha do regime de bens feita no passado. Para a musa, a comunhão de bens se tornou o maior entrave de sua separação.
"Um erro gigantesco" e os reflexos financeiros
Questionada sobre sua situação financeira após o término, Gracyanne foi enfática ao dizer que a união patrimonial total trouxe mais dores de cabeça do que benefícios. Como o regime prevê que tudo se divide igualmente — inclusive as dívidas —, ela admitiu estar lidando com as consequências das pendências do cantor.
"Com muitos problemas para resolver, porque a gente era casada em comunhão de bens. A gente sabe que tem vários problemas e isso respinga em mim, porque 50% é meu", explicou.
Sobre ter saído com "uma mão na frente e outra atrás", ela reforçou que não houve disputa por dinheiro, mas sim uma carga pesada de problemas acumulados.
O mistério sobre a demora de Belo
Um dos pontos que mais chamou a atenção do público foi o fato de Belo ter levado quase um ano para assinar os papéis do divórcio. Embora Gracyanne tenha sua própria teoria sobre essa resistência, ela preferiu manter o mistério.
"Eu tenho uma opinião formada, mas é uma coisa que não cabe a mim falar. Isso são coisas que você tem que perguntar para ele", disparou a influenciadora, deixando no ar o motivo da demora do ex-marido.
Decisão consciente: "Ainda o amava, mas queria separar"
Gracyanne fez questão de deixar claro que o ponto final foi colocado por ela. Mesmo com o sentimento ainda presente, a necessidade de seguir caminhos diferentes falou mais alto.
"Eu pedi o divórcio. Eu que entrei na Justiça. Eu que levei essa pauta. Eu sabia o que eu queria, isso independente de amor.". Apesar do "imbróglio" jurídico, ela garante que a relação entre os familiares permanece respeitosa e que a amizade com o pagodeiro não foi destruída pelo processo judicial.