O diretor Christopher Nolan acredita que a inteligência artificial será uma ferramenta importante para o futuro do cinema, mas rejeita a ideia de que a tecnologia possa substituir completamente o trabalho humano e a criatividade artística.
Para o cineasta vencedor do Oscar com Oppenheimer (2024), o debate sobre IA precisa se concentrar menos no medo da substituição e mais na responsabilidade de quem utiliza essas ferramentas.
Conhecido também por filmes como Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), A Origem (2010) e Dunkirk (2017), Nolan afirma que o tipo de cinema que realiza, marcado por grandes orçamentos, efeitos práticos e filmagens em locações reais, continuará existindo mesmo diante do avanço das tecnologias generativas.