Ilha de Capri declara guerra a abordagens invasivas contra turistas

Nova norma prevê multas de até R$ 3 mil para comerciantes insistentes

9 abr 2026 - 12h35
(atualizado às 14h57)

A ilha de Capri, no sul da Itália, declarou guerra aos comerciantes e prestadores de serviços turísticos que abordam viajantes de maneira insistente nas ruas.

Chegada de turistas na ilha de Capri, sul da Itália
Chegada de turistas na ilha de Capri, sul da Itália
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A prefeitura de Capri, uma das cidades que compõem a ilha (a outra é Anacapri), publicou nesta semana um regulamento que proíbe a captação invasiva de clientes, sob pena de multas que variam de 25 a 500 euros (entre R$ 150 e R$ 3 mil).

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A medida visa coibir comerciantes e operadores turísticos que abordam visitantes de forma insistente ? e por vezes agressiva ? para oferecer refeições, produtos, passeios e excursões.

"É proibido absolutamente aos operadores comerciais, aos donos de agências de serviços turísticos e a seus colaboradores realizar atividades de captação de clientes por meio de abordagens invasivas e insistentes em solo público ou de uso público", diz a nova norma.

"O grande número de turistas que circulam diariamente pelo centro histórico e pela zona portuária exige que sejam mantidos o decoro geral e a circulação tranquila de pedestres e veículos, sem que eles sejam continuamente abordados e parados", justificou a prefeitura.

Com a nova regra, a pitoresca ilha do Golfo de Nápoles espera melhorar a experiência dos visitantes, garantindo que a beleza local não seja ofuscada pelo assédio comercial nas ruas.

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