Se você quer ter uma velhice sem demência, converse com seu médico e repense agora o uso desses 4 remédios

Quatro remédios comuns que você pode estar usando hoje já foram associados a um risco maior de demência, e a ciência está de olho nos efeitos no cérebro

6 mai 2026 - 18h36
(atualizado às 18h45)
prateleira cheia de remedios
prateleira cheia de remedios
Foto: shuttertock / Xataka

Abrir o armário de remédios pode parecer um gesto banal, mas ele diz muito sobre a saúde do cérebro no longo prazo. Um levantamento recente publicado pelo The New York Times reuniu evidências de estudos científicos que apontam uma visão ambígua: enquanto alguns medicamentos ajudam a proteger o cérebro, outros podem estar associados a um aumento no risco de demência, inclusive de uso comum e vendidos sem receita.

A maior parte dessas pesquisas ainda é observacional, ou seja, não prova causa direta. Mesmo assim, especialistas já identificaram grupos de medicamentos que merecem atenção, principalmente quando usados com constância. Em comum, eles afetam funções cerebrais importantes, como memória, atenção e atividade neural.

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A seguir, veja quais são esses quatro tipos de remédios que a ciência orienta ter atenção.

Anti-histamínicos: usados para alergia e sono, esses remédios podem afetar o cérebro no longo prazo

Entre os medicamentos mais associados ao risco de demência estão os anticolinérgicos, um grupo que inclui muitos anti-histamínicos usados para alergia e até como indutores do sono. Esses remédios atuam bloqueando a acetilcolina, um neurotransmissor essencial para a memória e atenção. A curto prazo, isso já aparece como sonolência e lapsos de memória, mas a longo prazo, o impacto pode ser mais significativo.

Estudos sugerem que o uso contínuo por anos pode aumentar o risco de demência em até 50%, especialmente em pessoas mais velhas. O uso pontual não parece ter o mesmo ...

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