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Entenda como lipoaspiração com jato de plasma trata flacidez

Entenda a técnica que também trata flacidez e está bombando entre os cirurgiões

22 fev 2024 - 06h15
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Foto: Freepik

É cada vez mais comum a associação de tecnologias para procedimentos não invasivos e também para aperfeiçoar os resultados cirúrgicos. Uma das grandes novidades, nesse sentido, surgiu na lipoaspiração, que ficou mais “completa” ao tratar também flacidez de pele com a ajuda do procedimento Renuvion, que combina a ação de duas tecnologias (plasma frio de gás Hélio e radiofrequência). 

Também chamada de lipoaspiração com jato de plasma, o procedimento, além de diminuir a gordura, reorganiza o colágeno, provoca retração e trata flacidez, segundo a Associação Brasileira de Cirurgia Plástica (BAPS). 

“Com a tecnologia, há o fornecimento controlado de calor ao tecido, com aquecimento rápido e resfriamento quase instantâneo, o que permite eficiência no tratamento de retração de colágeno profundo”, diz o cirurgião plástico Daniel Botelho, presidente da BAPS. 

A BAPS explica que o plasma à base de gás hélio possui recursos tecnológicos que resultam em um método de ação único e eficaz para coagulação subdérmica e contração de tecido. No entanto, a associação reforça que a indicação do uso da técnica é sempre do médico após a avaliação do paciente.

“Para o procedimento, o especialista cria um pequeno ponto de entrada colocando o aparelho logo abaixo da pele. Uma vez que o dispositivo está no lugar, o especialista libera gás pro hélio e radiofrequência para criar um fluxo preciso de energia (plasma)”, diz o cirurgião plástico. 

“Essa energia gera calor suficiente para contrair a pele enquanto, ao mesmo tempo, o excesso de gás hélio resfria a área de tratamento. Essa combinação de energia contrai os tecidos logo abaixo da pele, o que a aperta”, explica o presidente da BAPS.

Regiões nas quais pode ser aplicada

A lipoaspiração com jato de plasma pode ser aplicada em regiões como abdômen, braços e pernas. Além disso, é possível melhorar o contorno facial, quando a técnica é utilizada no pescoço.

Além da temperatura alta, outro ponto importante é a segurança do equipamento, que não pode causar danos à pele – como no caso de Renuvion. No geral, o tratamento é único. 

“Os resultados podem começar a ser vistos em poucos dias ou semanas e continuarão a melhorar ao longo do processo de cicatrização”, diz Daniel Botelho. 

“A recuperação é rápida, entre um ou dois dias, e o procedimento não deixa cicatrizes visíveis. Quando combinado à lipoaspiração, a recuperação pode levar em torno de uma semana”, finaliza o presidente da associação.

(*) HOMEWORK inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.

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