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Beijar transmite doenças? Dentista explica os riscos à saúde

Beijar é gostoso, mas pode transmitir doenças quando a higiene bucal falha. Dentista explica os riscos e como se proteger sem abrir mão do afeto.

13 abr 2026 - 10h44
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O Dia do Beijo, celebrado em 13 de abril, é uma data feita de afeto e proximidade. Mas por trás desse gesto tão especial existe um alerta importante: beijar também pode facilitar a transmissão de algumas condições bucais. A boa notícia é que, com cuidados simples, dá para aproveitar sem preocupação.

Foto: Reprodução/Shutterstock
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Foto: Saúde em Dia

O beijo e a saúde bucal: o que a ciência explica

O beijo envolve troca de saliva e, com ela, a possibilidade de transmissão de vírus, bactérias e fungos. Isso não significa que o gesto seja perigoso em si, mas que a saúde da boca merece atenção constante.

A dentista Anna Karolina Ximenes, da IGM Odontologia para Família, reforça que o objetivo não é gerar alarme. "O beijo é uma demonstração de afeto, mas a saúde da boca não pode ser deixada de lado. Como existe troca de saliva, algumas doenças podem ser transmitidas, então a atenção com a higiene é essencial", orienta.

Conhecer os riscos é o primeiro passo para agir com consciência. E, na maioria dos casos, a prevenção é simples e acessível.

Quais doenças podem ser transmitidas pelo beijo

Segundo a dentista Anna Karolina, algumas condições merecem atenção especial. Veja as principais:

  • Mononucleose: conhecida como a "doença do beijo", é causada por vírus e pode provocar febre, dor de garganta, cansaço intenso e inchaço nos gânglios.
  • Herpes labial: muito comum, se manifesta com pequenas bolhas nos lábios ou ao redor da boca. Pode ser transmitida mesmo antes das lesões ficarem visíveis.
  • Candidíase oral: infecção fúngica que costuma surgir em momentos de baixa imunidade, com placas esbranquiçadas, ardência e desconforto na boca.
  • Gengivite: inflamação da gengiva que pode se agravar com a troca de bactérias pela saliva, causando vermelhidão, inchaço e sangramento.

Como se proteger sem abrir mão do beijo

A prevenção começa pela rotina de higiene bucal. Escovar os dentes corretamente após as refeições, usar fio dental diariamente e manter-se hidratado já fazem grande diferença na saúde da boca.

Visitar o dentista com regularidade também é fundamental. A consulta periódica permite identificar problemas antes que eles se agravem e garante que a boca esteja sempre em boas condições.

A especialista acrescenta um cuidado pontual importante: "Também é importante evitar o beijo quando houver feridas na boca ou sinais visíveis de lesões." Esse gesto simples protege tanto quem beija quanto quem é beijado.

Beijo liberado, com consciência

Para a dentista Anna Karolina, o recado final é de tranquilidade e não de restrição. "É uma das formas mais bonitas de conexão entre as pessoas, e com atenção à saúde bucal, pode ser aproveitado sem preocupações", conclui a profissional da IGM Odontologia para Família.

O Dia do Beijo segue sendo uma data para celebrar o afeto. Cuidar da saúde bucal não diminui a espontaneidade do gesto. Pelo contrário: transforma o beijo em um ato ainda mais consciente, respeitoso e cheio de carinho.

Saúde em Dia
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