Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Mofo no sofá: conheça 7 cuidados para evitar o problema

Chuva, ar abafado e imóvel fechado favorecem o mofo no estofado

5 nov 2026 - 16h29
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O mofo em sofás surge pela combinação de umidade, pouca ventilação e matéria orgânica, muitas vezes atingindo a espuma antes de ser notado por manchas e odores. Para prevenir, especialistas recomendam arejar os cômodos, afastar móveis das paredes, secar líquidos com rapidez, aspirar resíduos e realizar limpeza profissional. Evitar excesso de água e produtos inadequados é vital. Caso o cheiro persista e as manchas reapareçam, a contaminação interna pode exigir a troca de partes ou do estofado.

Especialista explica como prevenir e quando a limpeza já não resolve

A combinação de chuvas, umidade elevada e pouca ventilação pode favorecer o aparecimento de mofo em sofás, poltronas e cabeceiras durante a primavera. O problema nem sempre é percebido logo no início: muitas vezes, o primeiro sinal é um cheiro de guardado, seguido pelo surgimento de manchas no tecido. Quando isso acontece, os fungos podem já ter atingido camadas internas do estofado.

Foto: Revista Malu

"O mofo não aparece de um dia para o outro. Ele se instala aos poucos e, quando a pessoa percebe o cheiro ou a mancha, geralmente já está há um bom tempo ali", explica William Volkmann, CEO da Mr. Sofá. Segundo o especialista, manter o ambiente ventilado e evitar o acúmulo de umidade são medidas importantes para prevenir o problema.

Por que o mofo aparece no sofá?

O desenvolvimento do mofo está associado à presença de umidade, pouca circulação de ar e matéria orgânica. Nos estofados, poeira, suor e restos de alimentos podem servir de alimento para os fungos, enquanto o tecido e a espuma retêm a umidade.

Entre as causas mais comuns estão líquidos derramados que não secaram completamente, limpezas feitas com excesso de água e sofás encostados em paredes com infiltração. Em ambientes fechados e pouco ventilados, o risco aumenta.

7 cuidados para prevenir o mofo no estofado

Algumas medidas simples ajudam a reduzir a umidade e dificultar o surgimento de fungos nos móveis. Confira as recomendações:

1. Mantenha o ambiente ventilado

Abrir as janelas diariamente, sempre que as condições externas permitirem, ajuda a renovar o ar e reduzir a sensação de abafamento. "Abrir as janelas e deixar o ar circular é o cuidado mais barato e um dos mais eficientes", afirma Volkmann.

2. Afaste o sofá da parede

Deixar um pequeno espaço entre o móvel e a parede facilita a circulação de ar na parte traseira do estofado. O cuidado é especialmente importante quando há sinais de umidade nas paredes.

3. Seque líquidos derramados rapidamente

Ao derramar água ou outra bebida no sofá, absorva o excesso com um pano limpo ou papel-toalha, sem esfregar excessivamente o tecido. Depois, mantenha o local ventilado até que esteja completamente seco.

4. Aspire o estofado com frequência

A aspiração ajuda a remover poeira, migalhas e outras partículas que se acumulam nas dobras, nas laterais e na base do móvel. A limpeza regular contribui para reduzir o acúmulo de resíduos orgânicos.

5. Considere o uso de desumidificadores

Em ambientes naturalmente úmidos ou que permanecem fechados por longos períodos, desumidificadores podem ajudar a controlar a umidade do ar. A escolha do equipamento deve considerar as características e o tamanho do cômodo.

6. Deixe almofadas e capas arejarem

Sempre que possível, retire almofadas e capas removíveis para facilitar a circulação de ar. A exposição ao sol pode ajudar na secagem, desde que seja compatível com as orientações do fabricante para evitar danos ou desbotamento do tecido.

7. Faça a higienização adequada do sofá

A limpeza profissional pode ajudar a remover sujeiras acumuladas nas camadas do estofado. A frequência deve considerar o uso do móvel, as condições do ambiente e as recomendações para o material. É importante garantir que o sofá seque completamente após a higienização.

"Muita gente acha que sofá limpo é sofá protegido, mas o que mais pesa é a umidade e a ventilação do ambiente. Um sofá limpo, mas parado num lugar abafado, também pode mofar", ressalta o especialista.

Como proteger o sofá em imóveis fechados por vários dias?

Apartamentos que ficam vazios durante viagens, imóveis de temporada e propriedades à espera de venda ou aluguel exigem atenção especial. Sem circulação de ar, a umidade pode se acumular e favorecer o aparecimento de mofo.

Antes de sair, a recomendação é deixar o estofado limpo e completamente seco, evitando capas plásticas que possam reter umidade. Durante a ausência, se for possível e seguro, vale providenciar a ventilação periódica do imóvel. Na volta, abra as janelas e verifique as dobras, a parte traseira e a base do sofá.

O que evitar na hora de limpar o sofá?

Alguns cuidados inadequados podem agravar o problema ou danificar o tecido. Entre os principais erros estão:

• Encharcar o estofado: o excesso de água pode penetrar na espuma e dificultar a secagem completa.

• Aplicar produtos caseiros sem verificar a compatibilidade: vinagre, cloro e outras substâncias podem manchar ou danificar determinados materiais. Além disso, não há garantia de que eliminem os fungos em todas as camadas do móvel.

• Usar calor direto para acelerar a secagem: secadores e aquecedores podem danificar alguns tecidos e não garantem a remoção da umidade interna.

• Deixar o sofá secar em um ambiente abafado: sem ventilação adequada, a umidade pode permanecer no estofado e favorecer o reaparecimento do problema.

4 sinais de que a limpeza pode não ser suficiente

Quando o mofo atinge a espuma ou outras partes internas do sofá, a remoção superficial das manchas pode não resolver o problema. De acordo com Volkmann, alguns sinais indicam que é necessário avaliar o estofado com mais atenção:

1. O cheiro desagradável volta após a limpeza. A persistência do odor pode indicar que a origem do problema não foi eliminada.

2. As manchas reaparecem ou são profundas. O retorno das marcas pode sinalizar que a contaminação não foi completamente removida.

3. A espuma apresenta alterações. Umidade persistente, escurecimento ou mudanças na textura merecem avaliação profissional.

4. O mofo está espalhado por uma área extensa. Quando há sinais em diferentes partes do sofá, pode ser necessário verificar a extensão do comprometimento do material.

Nessas situações, a orientação é procurar um profissional para avaliar as condições do estofado e identificar a solução mais adequada. "Dependendo da extensão do problema, a higienização pode não ser suficiente, e a substituição de partes do móvel ou do próprio sofá pode precisar ser considerada", conclui Volkmann.

Revista Malu Revista Malu
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra