Fátima Bernardes diz que se 'permitiu' após conselho da filha sobre namorar homem mais jovem
Em entrevista recente, a apresentadora relembrou a conversa marcante com os filhos e refletiu sobre etarismo, preconceitos e liberdade
Fátima Bernardes, de 63 anos, recebeu um conselho que mudou a sua forma de pensar após contar aos trigêmeos sobre o namoro com o político Túlio Gadêlha. Segundo a apresentadora, houve um receio antes da conversa com a família devido à idade do companheiro, mas a filha Laura falou algo que a tranquilizou.
"Quando contei aos meus filhos, disse: 'Tem uma coisa que me preocupa: ele é 25 anos mais novo.' E minha filha Laura me disse: 'E se fosse o contrário? Não está sendo preconceituosa?' Criei filho para isso: para me dizer o que tenho que ouvir. Me permiti outra experiência. Se fosse para ser igual, qual seria o sentido?", revelou em participação no videocast 'Conversa vai, conversa vem'.
Nova relação de Fátima Bernardes
Na conversa, a apresentadora também se abriu sobre como o relacionamento transformou, além da perspectiva, seu dia a dia. Depois de assumir o namoro, ela começou, por exemplo, a fazer viagens que normalmente devido ao etarismo, que a fazia acreditar que já não tinha mais idade para certas experiências.
Ademais, conforme contou, Bernardes e Túlio ainda passaram a aprender juntos. "A troca é boa. Ele tem uma vida diferente. Nunca fui repórter de política. Hoje, tenho um entendimento de coisas que via superficialmente. Tenho uma alma jovem, disposta a descobrir e fazer coisas. Isso nos aproxima. A gente é leve, sabe?", afirmou.
Esse processo, contudo, contou com desafios, como comentários machistas que cresceram logo após o relacionamento vir a público. De acordo com a apresentadora, muitas mulheres diziam que ela "estava mais bonita por causa dele", quando na verdade o resultado vinha de uma boa relação dela consigo mesma. "Sempre tem que atrelar a um homem", denunciou.
Fátima optou, então, por enxergar as críticas com outros olhos e se libertar da pressão. "Prefiro pensar que somos tão massacradas que veem aí uma oportunidade de desabafar, criticar sobre o que não conseguiriam fazer. A pessoa foi tão machucada que precisa atacar para se sentir melhor. Dou um desconto. Para mim, é libertador", completou.
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