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Preenchimento facial: indicações, contraindicações e cuidados

Especialista explica quando o procedimento é indicado e quando deve ser evitado

8 abr 2026 - 10h36
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Técnica popular na estética exige critério para evitar resultados artificiais e preservar a naturalidade

A busca por procedimentos estéticos minimamente invasivos tem crescido de forma significativa nos últimos anos, impulsionada pela valorização da aparência natural e pelos avanços nas técnicas da área. Entre os tratamentos mais procurados está o preenchimento facial com ácido hialurônico, utilizado para reestruturar, restaurar volumes, suavizar sulcos e promover harmonização facial.

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Foto: Revista Malu

Apesar do aumento da procura, especialistas afirmam que o preenchimento não é uma solução universal. A indicação depende de uma avaliação criteriosa, que leva em conta fatores como anatomia facial, qualidade da pele, idade e expectativas do paciente.

Recentemente, o tema voltou ao centro das atenções após repercussões envolvendo a atriz Bruna Marquezine, cujos lábios mais volumosos geraram debates nas redes sociais sobre procedimentos estéticos e naturalidade. O caso mostra que o público interpreta mudanças sutis de diferentes formas e ressalta a importância de uma abordagem individualizada.

Objetivos do preenchimento

De acordo com a farmacêutica esteta Kamilla Coelho, o principal objetivo do preenchimento é promover equilíbrio e naturalidade, respeitando as características individuais de cada rosto. "O preenchimento não é sobre mudar o rosto de alguém, mas sobre devolver proporção e harmonia. Nem todo paciente precisa desse tipo de intervenção", explica.

Segundo a especialista, há situações em que o procedimento é bastante indicado, especialmente em casos de perda de volume facial decorrente do envelhecimento, presença de sulcos marcados, como o bigode chinês, e necessidade de melhorar contornos faciais, incluindo lábios e mandíbula. "Quando bem indicado, o preenchimento traz resultados *naturais e sem exageros, com a estratégia correta o preenchimento com ácido hialurônico, ressalta a beleza e sem grandes transformações e exageros", afirma.

Outras opções

Por outro lado, Kamilla destaca que existem cenários em que o preenchimento não é a melhor escolha. Pacientes com flacidez acentuada, excesso de volume facial ou expectativas irreais podem não se beneficiar da técnica. "Em alguns casos, insistir no preenchimento pode até piorar o resultado estético. Por isso, é fundamental saber dizer não quando o procedimento não é o mais adequado", ressalta.

A especialista também chama atenção para a influência das redes sociais na busca por padrões estéticos. Segundo ela, a tentativa de reproduzir resultados vistos na internet pode ser prejudicial. "Cada rosto tem uma anatomia única. Copiar procedimentos ou buscar um padrão pode comprometer tanto a naturalidade quanto a segurança do paciente", alerta.

Diante desse cenário, a recomendação é que o preenchimento facial seja realizado por profissionais qualificados, com conhecimento aprofundado em anatomia e técnicas injetáveis. A avaliação personalizada continua sendo o principal diferencial para indicar ou contraindicar o tratamento.

"Na estética moderna, menos é mais. O mais importante é respeitar a individualidade de cada paciente e escolher a abordagem que realmente trará benefício", conclui Kamilla Coelho.

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