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Inmet emite alerta laranja de perigo para baixa umidade em regiões de Pernambuco; veja quais

Segundo o órgão, existe risco de incêndios florestais e à saúde, além de ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.

6 nov 2026 - 08h46
(atualizado às 08h52)
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Resumo
O Inmet emitiu alerta laranja de baixa umidade (entre 12% e 20%) para o Sertão, São Francisco e Agreste de Pernambuco, com riscos de queimadas e danos à saúde, recomendando hidratação e cuidados com o sol. Paralelamente, a Apac prevê temperaturas acima da média no último trimestre devido ao fenômeno El Niño, o que deve agravar a estiagem e reduzir a umidade do solo, ameaçando a agricultura e a pecuária do estado.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um aviso nesta sexta-feira, 6 de novembro, alertando sobre a umidade relativa do ar variando entre 20% e 12% em Pernambuco e outros estados do Nordeste.

Calor e baixa umidade no Nordeste.
Calor e baixa umidade no Nordeste.
Foto: Reprodução/TV Globo / Portal de Prefeitura

Segundo o órgão, existe risco de incêndios florestais e à saúde. Ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.

Confira as instruções para a população das áreas afetadas

  • Beba bastante líquido.
  • Atividades físicas não são recomendadas.
  • Evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
  • Use hidratante para pele e umidifique o ambiente.

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Confira as regiões afetadas:

  • Sertão;
  • São Francisco e 
  • Agreste.

El Niño em Pernambuco

Pernambuco deve enfrentar temperaturas acima da média entre outubro e dezembro de 2026, segundo a previsão da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

O cenário indicado para o último trimestre do ano aumenta a preocupação com o agravamento da estiagem da umidade do solo e os possíveis impactos sobre a agricultura, a pecuária e as condições de conforto térmico nas cidades.

Entre os fatores observados está o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que avança e pode provocar alterações no regime de chuvas. Esse fenômeno está associado ao El Niño, que influencia a circulação atmosférica e pode modificar os padrões climáticos em diferentes regiões.

A previsão reforça a importância do monitoramento das condições oceânicas e atmosféricas para avaliar os riscos climáticos em Pernambuco.

Além do Pacífico, as características do Oceano Atlântico Tropical também exercem influência sobre a distribuição das chuvas no Nordeste brasileiro.

Embora a indicação de temperaturas acima da média aponte para um período potencialmente mais quente, os efeitos sobre as chuvas e a disponibilidade de água dependem da interação entre diferentes fatores climáticos.

O aumento das temperaturas pode ampliar o estresse hídrico das culturas agrícolas, especialmente em áreas onde a umidade do solo já esteja comprometida.

Com menos água disponível para as plantas, a produção rural pode enfrentar dificuldades, dependendo das condições de cada localidade e das necessidades das culturas cultivadas.

Portal de Prefeitura
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