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Trump viajará para a China no próximo mês com tarifas dos EUA no foco

21 fev 2026 - 12h45
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O ‌presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará à China de 31 de março a 2 de abril para uma reunião entre os líderes das duas maiores economias do mundo, uma viagem anunciada no momento em que a Suprema Corte revogou as tarifas impostas ⁠por Trump sobre produtos importados.

Uma autoridade da Casa Branca confirmou a ‌viagem na sexta-feira, pouco antes de a mais alta corte dos EUA infligir uma derrota dolorosa a Trump ao derrubar ‌muitas das tarifas que ele impôs ‌em uma guerra comercial global, incluindo algumas contra a rival ⁠China.

As conversas de Trump com o presidente chinês, Xi Jinping, durante uma longa visita a Pequim devem girar em torno da extensão de uma trégua comercial que impediu ambos os países de aumentar ainda mais as tarifas.

Mas a reversão da Suprema Corte ‌criou novas questões para as tensas relações entre os EUA e ‌a China, que haviam ⁠se estabilizado ⁠recentemente depois que Trump reduziu as tarifas sobre produtos chineses em troca de ⁠medidas de Pequim, incluindo a ‌repressão ao comércio ilícito ‌de fentanil e a suspensão das restrições à exportação de minerais essenciais.

Tarifas de 20% sobre as exportações da China para os EUA foram impostas sob a Lei de Poderes Econômicos ⁠de Emergência Internacional, ou IEEPA, que o tribunal decidiu que Trump havia excedido. Essas tarifas estavam ligadas a emergências nacionais relacionadas à distribuição de fentanil e desequilíbrios comerciais.

Outras tarifas sobre produtos chineses, incluindo aquelas implementadas sob ‌autoridades comerciais legisladas conhecidas como Seção 301 e Seção 232, permanecem em vigor.

Não ficou imediatamente claro quantas das tarifas Trump ⁠restaurará, mas ele disse em uma coletiva de imprensa que vai impor uma nova tarifa global de 10% por 150 dias.

A última viagem de Trump à China, em 2017, foi a mais recente de um presidente dos EUA.

"Vai ser uma viagem e tanto", disse Trump aos líderes estrangeiros que visitavam Washington na quinta-feira sobre a próxima visita à China. "Temos que fazer a maior exibição que vocês já viram na história da China."

A embaixada chinesa em Washington se recusou a comentar as datas da viagem, que foram divulgadas pela primeira vez pela Reuters. Pequim não confirmou a viagem.

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