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Trump ameaça aumentar embargo a Cuba por apoio a Maduro

"Espero que os cubanos voltem para sua ilha", disse o presidente

30 abr 2019
19h05
atualizado às 21h18
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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no Twitter que está "monitorando a situação na Venezuela muito de perto". "Os Estados Unidos estão com o povo venezuelano e sua liberdade", declarou.

Protesto contra Nicolás Maduro em Nova York, nos EUA
Protesto contra Nicolás Maduro em Nova York, nos EUA
Foto: EPA / Ansa - Brasil

Poucas horas depois, ele acusou tropas e milícias cubanas de apoiarem o regime de Nicolás Maduro militarmente e ameaçou impor "embargo completo" e "sanções do mais alto nível" contra o país caribenho. "Espero que os soldados cubanos voltem pronta e pacificamente para sua ilha", acrescentou.

Já o conselheiro da Casa Branca para Segurança Nacional, John Bolton, instou três dos principais representantes do Estado venezuelano a abandonarem Maduro: o ministro da Defesa Vladimir Padrino, o chefe da Guarda Presidencial Iván Hernández e o presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), Maikel Moreno.

"Seu tempo chegou. Essa é sua última chance. Aceitem a anistia oferecida pelo presidente interino Guaidó, protejam a Constituição, removam Maduro e tiraremos vocês de nossa lista de sanções. Fiquem com Maduro e afundem com o navio", disse Bolton.

Fuga

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que Maduro estava pronto para fugir da Venezuela na manhã desta terça-feira (30), em um avião com destino a Cuba, mas acabou demovido da ideia pela Rússia, sua principal aliada. "Isso é um fato", disse Pompeo.

Ansa - Brasil   
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