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Otan anuncia acordo para enviar defesa antiaérea para Ucrânia

Itália considera enviar mais armamentos para Kiev

19 abr 2024 - 14h06
(atualizado às 14h27)
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A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) anunciou nesta sexta-feira (19) um acordo entre os países da aliança militar para enviar mais equipamentos de defesa antiaérea para a Ucrânia, em guerra com a Rússia desde fevereiro de 2022.

A informação foi divulgada pelo secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, após o término de uma reunião por videoconferência do Conselho Otan-Ucrânia, que também contou com a participação do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Segundo ele, os ministros da Defesa "abordaram muitas outras necessidades urgentes, incluindo munições de 155 mm, capacidades de ataque de precisão e drones".

"Cada aliado da Otan decidirá o que fornecer. Vários aliados assumiram compromissos concretos durante a reunião e estamos finalizando contribuições que espero que sejam anunciadas em breve. A ajuda já está a caminho", acrescentou Stoltenberg.

O líder da aliança militar também explicou que "a Otan mapeou as capacidades dos aliados" e "existem sistemas que podem ser entregues à Ucrânia". Além dos Patriots, há outros sistemas que podem ser fornecidos como o Samp-T.

"Saúdo os esforços da Alemanha, incluindo a recente decisão de fornecer um sistema Patriot adicional à Ucrânia. E muitos outros, que não têm sistemas disponíveis, comprometeram-se a fornecer apoio financeiro a adquiri-los para Kiev. Também estamos trabalhando com a indústria para aumentar a produção e reformar os sistemas para torná-los operacionais e adequados à finalidade", concluiu.

Por sua vez, Zelensky disse que seu país precisa de "pelo menos mais sete Patriot ou sistemas de defesa aérea similares - e é um número mínimo" - e reforçou que a Otan deve decidir "se somos verdadeiramente aliados".

Já o ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, garantiu que seu país também está a considerar que mais ajuda militar seja fornecida à Ucrânia o mais rapidamente possível.

De acordo com apuração, em cima da mesa está a possibilidade de um novo decreto para o envio de armamentos, o nono pacote depois do último em dezembro passado. .

Ansa - Brasil   
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