Nas Forças Armadas da Grã-Bretanha existem, atualmente, 600 muçulmanos britânicos. No Estado Islâmico (EIIL), grupo jihadista radical que atua no Iraque e outros países do Oriente Médio, por sua vez, eles já somam cerca de 1,5 mil. As informações são da Newsweek.
De acordo com a publicação, a estimativa foi divulgada por Khalid Mahmood, integrante do Parlamento local, que considera os números "absurdos". Ele explicou que esse cenário começou a se formar com o início do conflito na Síria e disse que acredita que o governo britânico falhou em lidar com "extremistas nascidos no país".
“Não nos concentramos no trabalho preventivo. Não investimos o suficiente na ‘des-radicalização’. Isso é trágico, alguém tem que acordar para resolver logo”, criticou.
Foto: Arte Terra
Fotos publicadas na internet indicam que dezenas de membros do Exército iraquiano capturados foram executados por terroristas do Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL)
Foto: WELAYAT SALAHUDDIN / AFP
As fotos, disponibilizadas pelo próprio grupo, foram obtidas por agências de notícias, mas não puderam ter sua autenticidade comprovada.
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Os insurgentes dizem ter tirado as fotos, publicadas no Twitter, na província de Saladino, ao norte da capital Bagdá.
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Os jihadistas indicam na legenda de uma das fotos que executaram centenas de soldados. Nas fotos analisadas pela AFP, aparecem dezenas de cadáveres
Foto: WELAYAT SALAHUDDIN / AFP
De terça-feira a quinta-feira, os jihadistas tomaram a segunda maior cidade do Iraque, Mossul, sua província (Nínive, norte), Tikrit e outras regiões da província de Saladino, além de outros setores nas províncias de Diyala (no leste) e Kirkuk (no norte).
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As forças de segurança, que se retiraram em debandada diante do avanço dos extremistas, parecem, no entanto, estar se recuperando, e no sábado tomaram as localidades de Ishaqi e Muatasam, na província de Saladino, perto de Bagdá.
Foto: WELAYAT SALAHUDDIN / AFP
No sábado já haviam sido encontrados os corpos carbonizados de 12 policiais na cidade de Ishaqi, ao norte de Bagdá.
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