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Mundo

Itália deve receber 66 milhões de turistas durante verão

Viajantes vão desfrutar de 266 milhões de pernoites

18 abr 2024 - 12h03
(atualizado às 12h21)
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A Itália deve registrar 65,8 milhões de chegadas de turistas durante o próximo verão no hemisfério norte, um crescimento de 2,1% em comparação com o mesmo período de 2023.

A previsão para a próxima temporada de verão consta no relatório Tourism Forecast Summer 2024 do Instituto Demoskopika, que a ANSA antecipou a divulgação nesta quinta-feira (18), e marca um novo aumento nos fluxos turísticos na Itália.

Segundo os dados, são esperadas 266 milhões de dormidas no país, um aumento de 1,1% em relação aos números do ano passado.

O relatório adianta ainda que 35,5 milhões de turistas serão estrangeiros, cerca de 5% a mais da quantidade registrada em 2023, o que equivale a pouco mais de metade do valor global de chegadas previstas. No total, os visitantes provenientes do exterior contabilizarão 135,5 milhões pernoites.

Além disso, de acordo com o presidente da Demoskopika, Raffaele Rio, a ocorrência de um cenário "proativo" poderia produzir um efeito ascendente nas estimativas: 70 milhões de chegadas e 278,3 milhões de presenças com uma variação crescente, em comparação com o mesmo período de 2023, igual a 8,8% e 5,8%.

Um cenário mais otimista que poderá consolidar a ultrapassagem em relação ao período pré-pandemia de 2019 com um aumento tanto das chegadas (+6,8%) como das pernoites (+7%).

"A próxima temporada de verão promete ser promissora para o turismo italiano, com um crescimento estimado tanto nas chegadas como nas presenças. Embora a Itália também esteja entre os destinos com a menor taxa de inflação turística, os custos crescentes em áreas críticas como o transporte aéreo, no entanto, corre o risco de absorver quase inteiramente os benefícios de maiores gastos com turismo", explicou Rio.

De acordo com ele, "neste sentido, é mais necessário do que nunca adotar estratégias não só reativas, mas sobretudo proativas, para que a indústria turística italiana se adapte rapidamente às necessidades do mercado e da economia". .

Ansa - Brasil   
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