NY: jovem dribla segurança reforçada e sobe ao topo do WTC
O jornal New York Post informou nesta quinta-feira que Justin Casquejo, de 16 anos e que estava sem documentos de identidade no momento da "façanha"
Um adolescente de Nova Jersey driblou até três sistemas de segurança para entrar na torre 1 do World Trade Center de Nova York, e subir até o topo do edifício, que já é o mais alto do continente americano.
O jornal New York Post informou nesta quinta-feira que Justin Casquejo, de 16 anos e que estava sem documentos de identidade no momento da "façanha", conseguiu na madrugada de domingo para segunda-feira passar da cerca de segurança da obra, pegar um elevador para operários até o 88º andar acompanhado por um empregado e subir andando até o andar 104, onde o guarda, que estava dormido, também não o deteve.
Finalmente, após o adolescente passar duas horas fazendo fotos e aproveitando a vista privilegiada, um funcionário advertiu sobre sua presença e foi detido.
Justin, que contou à polícia que chegou até ao topo do edifício do marco zero do baixo Manhattan, ainda conseguiu escrever em sua conta no Twitter "inspired" (inspirado), sob um perfil no qual se define como "The Wildest" (o mais selvagem), e, no Facebook, postou fotos com a torre 1 do World Trade Center de fundo.
Hoboken crane climb. @BabyDickSteve @_PrinceBelAir @MistaSwaggaboy pic.twitter.com/Xlv3QTqVKA
— Justin (@JustinCasquejo) March 2, 2014O adolescente enfrenta acusações que não chegam a ser de crimes e ironizou inclusive sobre sua facilidade para penetrar o que disse que deveria ser "um anel de aço" em termos de segurança.
O guarda que não alertou sua presença foi despedido por dormir no que o jornal define como "o maior alvo terrorista do mundo".
Climb a crane in a suit? That's a must. pic.twitter.com/oGbJ5ZAfvd
— Steven Peralta (@BabyDickSteve) March 2, 2014E o empregado que operava o elevador e não pediu documentação foi recolocado na empresa mas não despedido, devido às pressões sindicais.
Justin declarou às autoridades que já havia circulado pela região para estudar uma maneira de entrar no edifício.
E acrescentou ao jornal: "Adoraria poder lhes contar como foi, porque teria muito a contar, mas me disseram que não posso fazer isso sem permissão".
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