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Ataque do Irã provoca incêndio em principal usina de gás do Catar

QatarEnergy informou que instalação sofreu 'danos extensos'

18 mar 2026 - 17h19
(atualizado às 17h30)
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O Ministério do Interior do Catar informou nesta quarta-feira (18) que um ataque realizado pelo Irã causou um incêndio na principal instalação de gás do país, localizada na costa norte.

QatarEnergy informou que instalação sofreu 'danos extensos'
QatarEnergy informou que instalação sofreu 'danos extensos'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em comunicado, a pasta afirmou que o fogo se espalhou na região de Ras Laffan pouco tempo depois de Teerã anunciar sua intenção de bombardear infraestruturas energéticas em todo o Golfo, em resposta ao ataque conjunto de Estados Unidos e Israel contra suas instalações de gás.

O governo do Catar informou que o incêndio na principal usina de gás do país foi controlado pelo Corpo de Bombeiros e que ninguém ficou ferido no ataque iraniano.

Citando uma fonte familiarizada com o assunto, a agência Reuters informou que as instalações foram evacuadas após as ameaças de Teerã. Além disso, Doha já teria interrompido a produção de gás natural liquefeito devido à guerra, e qualquer dano ao local poderia prolongar a interrupção por mais de dois meses.

A QatarEnergy, por sua vez, confirmou que a zona industrial de Ras Laffan foi alvo de ataques com mísseis iranianos, causando "danos extensos" à planta de gás.

"Equipes de resposta a emergências foram imediatamente mobilizadas para conter os incêndios resultantes dos extensos danos. Todos os funcionários foram localizados, e não há relatos de vítimas até o momento", informou a empresa estatal de energia do Catar.

Por fim, o Ministério das Relações Exteriores de Doha alertou que os ataques de mísseis "descarados" em Ras Laffan representam uma "ameaça direta à segurança nacional e à estabilidade regional".

"O Irã continua com suas políticas de escalada, que estão levando a região à beira do colapso e arrastando para o conflito países que não estão envolvidos nesta crise", afirmou o Catar, acrescentando que "não hesitará em tomar todas as medidas necessárias para proteger sua soberania, segurança e a integridade de seus cidadãos". .

Ansa - Brasil
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