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Mulher suspeita de dopar turistas em Ipanema tem 20 passagens pela polícia pelo mesmo crime

11 ago 2025 - 11h06
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A Polícia Civil do Rio identificou três mulheres apontadas como responsáveis por dopar e furtar dois turistas britânicos em Ipanema, na madrugada de quinta-feira (7). Uma delas possui 20 registros anteriores pelo mesmo tipo de crime.

Suspeitas de aplicar o golpe 'boa noite, Cinderela'
Suspeitas de aplicar o golpe 'boa noite, Cinderela'
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um dos jovens, de 21 anos, andando de forma desorientada até cair na areia da praia. Testemunhas disseram à polícia que o rapaz estava acompanhado das suspeitas, que deixaram o local em um táxi.

A gravação foi feita por volta das 5h. Pessoas que passavam pelo local prestaram socorro a ele e a um amigo, que também estava inconsciente. Ambos foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Copacabana. Eles só recobraram os sentidos horas depois.

Segundo o relato dos turistas, o grupo se conheceu em um bar na Lapa antes de seguir para a praia. As mulheres ofereceram caipirinhas e, a partir desse momento, eles não se lembram de mais nada.

Conforme as vítimas, foram levados dois celulares. Com um dos aparelhos, as criminosas realizaram uma transferência bancária de 16 mil libras, equivalente a mais de R$ 110 mil.

Quem é a suspeita com 20 passagens pela polícia?

De acordo com a Delegacia de Atendimento ao Turismo (Deat), as suspeitas atuam como garotas de programa. Uma delas, Raiane Campos de Oliveira, 27, foi presa no ano passado por crime semelhante e tem 20 passagens pela polícia. Ela chegou a ser condenada a seis anos de prisão em regime semiaberto, acusada de roubar um turista inglês que também afirmou ter sido dopado após conhecê-la em um samba na Pedra do Sal, em 2023.

No mês passado, Raiane foi absolvida pela 8ª Câmara Criminal, que considerou insuficientes as provas de sua participação no crime.

"Ela age do mesmo jeito: dopa as vítimas. Em seguida, essas pessoas desmaiam e elas praticam o crime. E foi o caso desses dois turistas britânicos que chegaram a ficar hospitalizados. É um crime grave", afirma a delegada Patrícia Alemany, da Deat.

As outras duas suspeitas foram identificadas como Amanda Couto Deloca, 23, e Mayara Ketelyn Américo da Silva, 26. O taxista que levou o trio foi localizado, mas a polícia descartou a participação dele no golpe.

"[É importante] Tomar cuidado com as suas bebidas, com seus drinques. Com as pessoas desconhecidas que te abordam. Geralmente, elas agem em duas ou em trio. E a gente sempre fala para não levar para sua hospedagem. Na sua grande maioria, esses crimes acontecem dentro de apartamentos alugados", alerta a delegada.

Segundo a investigação, o grupo vive no Complexo do Chapadão, Zona Norte, e costuma agir em áreas turísticas como Lapa e Pedra do Sal, na Região Central, além de bares em Copacabana, Ipanema e Leblon.

Perfil Brasil
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