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MPF cria grupo especializado para combater crimes cibernéticos e fraudes digitais no Brasil

Estrutura conta com até dez ofícios especiais para investigar ataques virtuais e rastrear provas eletrônicas

6 out 2026 - 14h48
(atualizado às 15h07)
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Resumo
O Ministério Público Federal criou o GACCTI, grupo especializado para combater crimes cibernéticos e fraudes digitais, com dez ofícios ocupados por procuradores e atuação em todo o Brasil.

O Ministério Público Federal instituiu o Grupo de Atuação Especial no Combate aos Crimes Cibernéticos e aos Crimes praticados mediante o uso de Tecnologias da Informação (GACCTI) com alcance em todo o território brasileiro. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (6), data em que entrou em vigor.

Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra

O grupo tem a finalidade de atuar diretamente na persecução penal e auxiliar procuradores naturais na identificação, prevenção e repressão de delitos informáticos, além de atuar na coleta de provas telemáticas.

O colegiado terá foco sobre invasões a dispositivos, extorsões por meio de sequestro de dados, interceptação ilegítima de comunicações e perturbação de serviços telemáticos. Fraudes eletrônicas, perseguição digital, discriminação na internet e casos com criptoativos vinculados a fraudes digitais também compõem o escopo de atuação.

Como será a estrutura do grupo?

O órgão reúne até 10 ofícios especiais ocupados por Procuradores da República e Procuradores Regionais da República. Os integrantes são nomeados pelo Procurador-Geral da República para mandatos de 2 anos, com possibilidade de recondução, admitindo o auxílio voluntário de até 5 membros adicionais do Ministério Público Federal.

Quais são as atribuições operacionais?

Os membros designados podem conduzir procedimentos investigatórios criminais, propor medidas cautelares perante o Poder Judiciário, fechar acordos, coordenar diligências com autoridades policiais e gerenciar a cooperação jurídica internacional. O grupo funciona articulado à 2ª Câmara de Coordenação e Revisão e à Secretaria de Cooperação Internacional.

TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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