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Leilão do pré-sal negocia 7 áreas para Petrobras, Prio, Equinor, Galp, Sinopec e CNOOC

7 out 2026 - 10h53
(atualizado às 11h35)
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Resumo
Em leilão sem disputas da ANP, sete blocos no pré-sal foram arrematados por empresas como Petrobras, Prio, Equinor, Galp, Sinopec e CNOOC, gerando R$ 530,47 milhões em bônus à União e previsão de R$ 778,43 milhões em investimentos. O consórcio Equinor/Galp obteve o maior ágio da rodada (494,64%) no bloco Rodocrosita. Outras seis áreas não receberam ofertas, refletindo a percepção do mercado de que os ativos com maior potencial exploratório já haviam sido comercializados anteriormente pelo governo.

Sete blocos exploratórios de petróleo e gás no pré-sal foram arrematados nesta quarta-feira por empresas como Petrobras, Prio Forte, Equinor, Galp, Sinopec e CNOOC, em leilão que não registrou disputas, de acordo com resultados apresentados pela ⁠Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Seis blocos ofertados, ‌contudo, não tiveram interesse, já que o mercado considera que grande parte dos blocos do pré-sal com potenciais maiores ‌já foi comercializada pelo governo brasileiro.

O ‌leilão resultou em uma arrecadação de R$530,47 milhões ⁠em bônus fixos de assinatura à União, que também levou dos arrematantes o direito de parte do petróleo a ser produzido no futuro.

O investimento exploratório previsto nas áreas somou R$778,43 milhões, de acordo com o balanço apresentado pela ANP.

A Petrobras ‌arrematou os blocos Azurita, na Bacia de Campos, e Cruzeiro ‌do Sul, na ⁠Bacia de Santos, ⁠oferecendo percentuais de excedente em óleo de 30,0% e 15,27%, respectivamente.

Os ágios ⁠em relação ao excedente ‌mínimo de óleo alcançaram ‌139,81% em Azurita e 8,07% em Cruzeiro do Sul, segundo dados da ANP.

A operação com maior ágio da rodada foi registrada no bloco Rodocrosita, na Bacia de ⁠Santos, arrematado por consórcio formado pela norueguesa Equinor e a portuguesa Galp. O lance vencedor ofereceu excedente em óleo de 15,52% para a União, um ágio de 494,64% ante o percentual mínimo previsto.

A ‌brasileira Prio foi a vencedora dos blocos Magnetita e Hematita, ambos na Bacia de Campos. Em Magnetita, a empresa ofertou ⁠excedente em óleo de 32,8% para a União, com ágio de 132,79%, enquanto em Hematita apresentou proposta de 7,18%, equivalente a ágio de 315,03%.

O bloco Jade foi vencido pelo consórcio formado pelas chinesas CNOOC e Sinopec, com oferta de 18,2% de excedente em óleo para a União, representando ágio de 65,76%.

Já o bloco Rubi foi arrematado pela Equinor Brasil, com oferta de 25,02% de excedente em óleo e ágio de 91,72%.

Os blocos Turmalina, Larimar, Aragonita, Opala, Granada e Cerussita não receberam oferta.

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