Candidato a deputado, ex-boxeador Popó assume missão de levar Seleção à Bahia na Copa de 2014

Você estava em algum compromisso de campanha agora?
Não, eu estava aqui almoçando com minha mãe, estava na mesa.
           
Era aquela famosa feijoada que lhe derruba? (Popó costumava dizer que a única coisa capaz de derrubá-lo era a feijoada que a mãe fazia para ele na volta a Salvador, depois de suas lutas vitoriosas no exterior)
Rapaz, pior que foi. Minha mãe faz feijoada todo domingo, sobrou um pouquinho. E não tem nada melhor do que o feijão no dia seguinte, né? É mais gostoso do que no mesmo dia.

Quais são suas atividades hoje em dia?
Atualmente estou estudando. Passei para o segundo semestre de Direito na Faculdade Batista Brasileira. Estou gostando, ainda não entrei na área de Direito, começa agora em agosto. Não sei como vou fazer com o estudo, mas é bem provável que vou ter que segurar um pouco, conciliar as provas para que não me atrapalhe do outro lado (na Câmara).

Vai deixar com o sócio a produtora de lutas Boxe Brasil e o projeto social?
O Instituto (Acelino Popó Freitas), já estou passando para que ele possa cuidar. Minha ideia é o esporte como inclusão social, o lado social, o planejamento familiar... Ano que vem já começa toda a
arrumação para a Copa (do Mundo de 2014), vamos ver se a gente traz, pelo menos, uma partida do Brasil para aqui.

Já é uma missão sua como deputado, então, conseguir que a Seleção jogue ao menos uma vez em Salvador na Copa do Mundo de 2014?
Já é uma missão minha tentar trazer um jogo do Brasil para aqui na Copa. Se Deus quiser, dá tudo certo. Como é que você está na terceira maior capital do País e não vai ter um jogo da Copa? O Brasil nasceu aqui (na Bahia).

Popó leva a tocha dos Jogos Pan-Americanos de 2007 pelas ruas de Salvador. Foto: Xando P/Ag. A Tarde/Futura Press
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