Criticado por Crivella, Garotinho ataca: "não lê a Bíblia"
O candidato do PR ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, se defendeu na última sexta-feira das acusações de Marcelo Crivella, adversário do PRB nas eleições, de que seria o culpado pelo aumento da violência nos lugares onde existem Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). O deputado federal atacou o senador, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, ao dizer que ele não lê mais a Bíblia. As informações foram publicadas neste sábado pelo Jornal O Globo.
Por meio do seu blog, Garotinho chamou o seu adversário político de "fariseu de olho apenas nos seus interesses materiais". "Embora eu não seja bispo nem pastor, conheço bem a palavra de Deus e jamais utilizaria os meios que Crivella vêm usando para atingir o poder. Ele tem se comportado como o rei Saul, um homem que, depois de ser abençoado por Deus, tornou-se ambicioso e descumpriu as ordens estabelecidas pelo Senhor dos Exércitos", escreveu o candidato do PR, que é evangélico.
Garotinho rebateu as acusações de Crivella e chamou-as de mentirosas. "Falando na linguagem que o bispo da Universal entende, o pai da mentira é o diabo", afirmou. O candidato do PRB havia associado o deputado federal à violência em sabatina na última quinta-feira, dizendo que "esses confrontos aumentaram sobreturo porque Garotinho disse que ia acabar" com as UPPs.
O candidato do PR declarou, também em uma sabatina, que planejava fazer uma "evolução da UPP", mas que não extinguiria nenhuma delas se eleito como governador carioca.

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