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Debate ao governo de SP: Poit e Garcia perguntam primeiro em confrontos diretos; veja regras

Em parceria com o SBT, Nova Brasil FM, Estadão/Eldorado e Veja, evento será transmitido ao vivo no Terra a partir das 18h

17 set 2022 - 14h45
(atualizado às 14h48)
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Cenário do debate ao governo de São Paulo, que será realizado neste sábado, 17
Cenário do debate ao governo de São Paulo, que será realizado neste sábado, 17
Foto: Lourival Ribeiro/Divulgação

Os candidatos ao governo do estado de São Paulo Vinicius Poit (Novo)Rodrigo Garcia (PSDB) serão os primeiros a perguntar nos confrontos diretos do debate que será realizado neste sábado, 17, com transmissão no Terra a partir das 18h.

Realizado em parceria com SBT, Nova Brasil, Estadão/Eldorado e Veja, o evento será dividido em quatro blocos e contará com a mediação do jornalista Carlos Nascimento. 

Foram convidados ao debate os candidatos de partidos com ao menos 5 representantes no Congresso. Portanto, além dos líderes nas pesquisas eleitorais – Fernando Haddad (PT)Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia –, também estarão presentes no encontro Vinicius Poit e Elvis Cezar (PDT)

Veja abaixo as regras do debate 

Primeiro bloco: Nessa etapa, candidato pergunta para candidato. As questões serão feitas seguindo a ordem do sorteio e cada candidato perguntará e será chamado a responder apenas uma vez. Quem fizer a pergunta terá direito a réplica, e o que responder poderá fazer a tréplica. 

  • Ordem das perguntas: Vinicius Poit, Elvis Cezar, Fernando Haddad, Tarcísio de Freitas e Rodrigo Garcia.

Segundo bloco: Cinco jornalistas, representando cada um dos veículos patrocinadores do debate, farão perguntas aos candidatos. Cada um deles escolherá dois candidatos, sendo um para responder e outro para comentar a resposta. O candidato que responder à pergunta do jornalista terá direito a réplica após o comentário.

Terceiro bloco: Nova rodada em que candidato pergunta para candidato. Os políticos farão perguntas entre si, mas, dessa vez, seguindo a ordem inversa do sorteio. Assim como no primeiro bloco, cada candidato perguntará e será chamado a responder apenas uma vez. Quem fizer a pergunta terá direito a réplica, e o que responder poderá fazer a tréplica. 

  • Ordem das perguntas: Rodrigo Garcia, Tarcísio de Freitas, Fernando Haddad, Elvis Cezar e Vinicius Poit.

Quarto bloco: Jornalistas voltam a fazer perguntas aos candidatos, seguindo as mesmas regras do segundo bloco. E, ao fim, serão realizadas as considerações finais.

Direito de Resposta

Os candidatos poderão pedir direito de resposta caso sejam ofendidos moral e pessoalmente. O pedido de resposta à ofensa deverá ser dirigido ao mediador no momento da ocorrência ou ao final da fala do candidato que a proferiu.

Um corpo jurídico formado pelos promotores do debate vai analisar os pedidos. Caso aprovado, o direito de resposta será exercido a qualquer tempo dentro do bloco em que foi solicitado ou no início do seguinte.

Saiba como assistir

O Terra vai transmitir o debate ao governo do estado de São Paulo a partir das 18h. Para assistir, basta acessar o Terra, que, além da transmissão ao vivo, trará direto dos estúdios do SBT informações dos bastidores, entrevistas exclusivas e análises. O debate também poderá ser acompanhado pela TV aberta, no SBT, bem como nos sites dos demais promotores. 

 

Expectativa dos candidatos

Na véspera do evento, todos os candidatos ressaltaram a relevância do debate na reta final da campanha. "Nessa altura, 70% ou 80% das pessoas já definiram o voto. Mas você ainda tem um porcentual que ainda não definiu e o debate é uma oportunidade", disse Haddad ao SBT durante visita ao interior de São Paulo, realizada na sexta-feira, 16.

"Não tenho dúvida que mais um debate vai ser fundamental para a população, que poderá comparar os candidatos, avaliar a história de cada um deles e decidir de maneira soberana na próxima eleição", avaliou Garcia, que disputa a reeleição e tem sido o principal alvo dos adversários nos debates e nas campanhas eleitorais.

A duas semanas do primeiro turno, Tarcísio relacionou o debate à oportunidade de sanar as dúvidas dos eleitores. "É importante as pessoas tomarem contato com os candidatos e as suas propostas", disse ele, que agora tenta desvencilhar sua imagem à do deputado estadual Douglas Garcia, que agrediu a jornalista Vera Magalhães nos bastidores do último debate.

Já Elvis Cezar define o encontro entre os candidatos com um importante "instrumento democrático", enquanto Vinicius Poit vê no debate a oportunidade de se tornar mais conhecido. "Já que a gente tem menos fundão, quer dizer, zero fundão, e menos tempo de TV, vamos compensar no debate. A gente está na expectativa de falar de propostas".

Candidatos ao governo de São Paulo participam de debate
Candidatos ao governo de São Paulo participam de debate
Foto: Montagem Terra/Renato Pizzutto/Band

Haddad lidera intenções de votos e rejeições

Haddad mantém a liderança na disputa pelo governo de São Paulo com 36% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira, 15. Com 22%, Tarcísio aparece tecnicamente empatado com o governador Rodrigo Garcia, que subiu de 15% para 19%. 

Na projeção de segundo turno, o candidato ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria Tarcísio por 54% a 36% e bateria Rodrigo por 47% a 41%. Por outro lado, o candidato petista também lidera as rejeições da corrida eleitoral no estado.

Segundo o Datafolha, 35% dos entrevistados declararam que não votariam em Haddad. O segundo mais rejeitado é Tarcísio, candidato de Jair Bolsonaro (PL), com 27%. Garcia aparece com rejeição de 17%.

Outros debates

O Terra também irá promover, em parceria com SBT, CNN Brasil, Nova Brasil, Estadão/Eldorado e Veja, um debate com os candidatos à Presidência. O evento está agendado para 24 de setembro.

E, em caso de um segundo turno, a data para o encontro entre os dois candidatos mais votados na disputa pelo governo de São Paulo será no dia 15 de outubro. No dia 22 de outubro, será a vez do debate entre os dois candidatos mais votados na corrida ao Palácio do Planalto.

Fonte: Redação Terra
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