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Eleição define novos senadores por São Paulo; entenda os bastidores da disputa

Candidatos do campo conservador superam Simone Tebet e Marina Silva e garantem as duas vagas paulistas no Congresso Nacional

4 out 2026 - 20h22
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Resumo
Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), apoiados por Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro, foram eleitos senadores por São Paulo com 30,69% e 29,35% dos votos, respectivamente. A disputa polarizada derrotou as ex-ministras Simone Tebet (19,14%) e Marina Silva (18,04%), que tinham o apoio do presidente Lula e de Fernando Haddad, mas foram alvo de críticas adversárias por não terem nascido no estado. A vitória garantiu as duas cadeiras paulistas no Senado para a oposição federal.

Os candidatos Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos senadores por São Paulo neste domingo (4) após um pleito polarizado no estado. A confirmação oficial veio com a divulgação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) às 19h30, momento em que a contagem atingia 90% das seções eleitorais.

Os candidatos Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos senadores por São Paulo neste domingo (4) após um pleito polarizado no estado
Os candidatos Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos senadores por São Paulo neste domingo (4) após um pleito polarizado no estado
Foto: Reprodução / Perfil Brasil
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O ex-secretário obteve 30,69% da preferência dos eleitores, somando 11.963.823 votos, enquanto o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) alcançou 29,35%, totalizando 11.440.297 votos. As ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) obtiveram 19,14% e 18,04%, respectivamente.

Eleição define novos senadores por São Paulo

A corrida pelas duas cadeiras paulistas no Congresso Nacional manteve-se aberta até a reta final da campanha e mobilizou dois grandes blocos de apoio. De um lado, a dupla vitoriosa contou com o palanque de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Por outro lado, a chapa governista vinculou a imagem do ex-ministro Fernando Haddad (PT) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apostando no discurso de reconstrução da base parlamentar.

Além dos embates programáticos, a disputa envolveu questionamentos constantes sobre a naturalidade das candidatas da chapa governista, apelidadas de "forasteiras" pelos adversários por não terem nascido no estado. Ao final da contagem oficial promovida pela Justiça Eleitoral, a consolidação das urnas garantiu a vitória dos parlamentares alinhados à oposição federal, encerrando a definição das vagas ao Senado Federal.

Perfil Brasil
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