Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Após protesto, alunos da USP liberam acesso à Cidade Universitária

Estudantes que ocupam a reitoria desde o começo do mês pedem negociação imediata com o reitor. O protesto pacífico terminou às 11h

18 out 2013 - 08h01
(atualizado às 11h24)
Compartilhar
Exibir comentários
Estudantes tentam impedir carro de furar o bloqueio na entrada da USP
Estudantes tentam impedir carro de furar o bloqueio na entrada da USP
Foto: Bruno Santos / Terra

Alunos da Universidade de São Paulo (USP) bloquearam por volta das 7h desta sexta-feira a entrada do campus da universidade, na capital paulista. Com cartazes e faixas em frente ao portão principal da Cidade Universitária, eles pediam negociação com o reitor, João Grandino Rodas - que, acusado de falta de diálogo com estudantes, na quarta-feira faltou a uma audiência sobre a ocupação da reitoria da instituição. O trânsito no local foi liberado às 11h, como prometido pelos estudantes, após uma manifestação pacífica.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) disse que apenas o portão dois, da avenida Escola Politécnica, permaneceu aberto para a passagem de veículos durante o protesto. De acordo com a CET, não houve registro de congestionamento na região, mas agentes de trânsito acompanharam a manifestação.

Por volta 10h, um veículo que tentou furar o bloqueio feito pelos estudantes foi alvo de chutes. A reitoria da instituição está sendo ocupada desde o dia 1º de outubro. Os manifestantes reivindicam água e luz para aqueles que invadiram a reitoria e eleições diretas para reitor e vice-reitor na instituição.

Em nota, a USP informou que o reitor designou uma comissão para "dar continuidade às conversações com os segmentos da comunidade universitária".

Ocupação na reitoria

A ocupação da reitoria foi feita no dia 1º de outubro como forma de protesto pelo modelo de escolha do reitor da universidade. Um dos pontos mais criticados por alunos e funcionários é a lista tríplice, sistema pelo qual os nomes dos três candidatos mais votados são enviados ao governador do Estado, que decide quem será o reitor. Os alunos também cobram paridade entre eleitores na escolha do reitor. Atualmente, o pleito ocorre por meio de colégios eleitorais - representados majoritariamente por professores titulares.

Eles ainda criticam a presença da Polícia Militar dentro do campus da universidade e exigem que a segurança dos alunos seja feita por uma guarda comunitária.

Após a USP entrar com um pedido de reintegração de posse do prédio, a Justiça determinou a realização de uma audiência de conciliação entre alunos, funcionários, professores e representantes da universidade na semana passada. Como não houve acordo, foi estabelecido um prazo de 60 dias para que a reitoria e os manifestantes estabeleçam o diálogo.

Estudantes da USP fazem greve geral e ocupam reitoria

Fonte: Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade