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Faculdade substitui monografia por criação de startups em trabalho de conclusão de curso

Estudantes colocam em prática várias soluções para problemas reais, aplicando o conhecimento técnico de cada curso.

20 dez 2016 - 09h32
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Na faculdade de tecnologia FIAP, as monografias esquecidas nas prateleiras das bibliotecas já ficaram no passado. A instituição aposta na criação de startups para a conclusão dos cursos de graduação e MBA. Os estudantes desenvolvem um plano de negócio para a startup que criam durante as aulas, com mentoria dos professores, e os melhores projetos são apresentados a investidores e aceleradoras. A ideia é colocar em prática várias soluções para problemas reais, aplicando o conhecimento técnico de cada curso. Os vencedores ainda ganham um curso intensivo na Babson College, considerada uma das melhores escolas de empreendedorismo do mundo, em Massachuetts (EUA).

Foto: DINO

"Muitas pessoas estão querendo tirar do papel a sua ideia, com vontade de ser empreendedor e colocar na prática. Só que a verdade é que muitos não têm tempo e suporte profissional. O que a FIAP está disponibilizando para eles não é só o tempo, mas também um suporte técnico. Temos uma equipe de empreendedorismo, professores com experiência neste assunto que os apoiam para transformar os projetos de startups em uma coisa real" explicou o diretor acadêmico da pós-graduação da FIAP, Eduardo Endo.

Depois de ser avaliados por uma banca formada por empresários, investidores, parceiros e convidados, dez grupos finalistas apresentam pitchs no evento de encerramento. Em 15 de dezembro, aconteceu a cerimônia dos grupos de MBA, no Museu de Arte Moderna (MAM). Os estudantes tiveram 2 minutos para apresentar seus pitchs aos convidados. No final, foram anunciados os três grupos vencedores. Conheça os projetos:

LeBraile

O Lebraile é um equipamento móvel desenvolvido para deficientes visuais criado pelos alunos Cristiano de Moraes e Paulo Eduardo Santos Porto, do curso de MBA em Desenvolvimento de Aplicações JAVA-SOA. Através de pequenos itens que sobem e descem, o dispositivo permite ao deficiente visual sentir a letra braile por meio do tato. "O tato do deficiente visual é muito sensível, então o equipamento não precisa ser muito grande. Hoje, os dispositivos que existem não são móveis, são grandes e pesados. Então, o deficiente visual não pode contar com ele no transporte público, por exemplo, ou em uma clínica médica" explica o integrante do grupo Paulo Eduardo. Um portal na web vai estar conectado ao aparelho e tudo o que estiver assinado nele será traduzido automaticamente, como textos e legendas de filmes. "Vai poder ser utilizado em cinemas e em qualquer lugar que existir um deficiente visual com a necessidade de leitura" conclui Cristiano. O dispositivo utiliza componentes de IOT e o projeto foi desenvolvido dentro do Maker Lab da FIAP - laboratório de tecnologia. A startup já possui protótipo funcionando.

NXT - Baladas e Bares

A startup desenvolvida por Guilherme Rocha Nazaré da Silva, do curso de MBA em Arquitetura de Soluções, conecta estabelecimentos aos usuários com interesses semelhantes. "É um aplicativo para baladas e bares, que une as pessoas com os mesmos interesses e possibilita a reserva de camarotes, compra de ingressos e conhecer pessoas diferentes. O nosso objetivo é cuidar de toda a sua vida noturna no aplicativo. O NXT já este no ar, pronto para ser baixado nas lojas para Android ou IOS" explica Guilherme. O estudante também ressalta como é a experiência de criar uma startup "Empreender tem sido algo muito gratificante, unir as coisas que gosto de fazer no trabalho é muito bom e desafiador. Estamos só começando".

Imagine

O Imagine é um aplicativo educativo criado pelos alunos de MBA em Big Data, Kauê Pinheiro, Murilo de Oliveira, Rodrigo de Oliveira e Wellington Hideki, que permite que crianças criem suas próprias histórias. "Para crianças já alfabetizadas e com amplo vocabulário, as mesmas vão escrever a história e o aplicativo criará imagens a partir de suas palavras. Ela também será guiada com dicas para criar uma narrativa. Já as crianças não alfabetizadas vão escolher o rumo da história a partir de imagens. Elas definem o enredo e final da história" explica o integrante do grupo, Wellington Hideki. Os pais terão um feedback do comportamento dos filhos no aplicativo que será analisado por um psicopedagogo. "O objetivo da análise é identificar se a criança sofre algum tipo de bullying, dentre outros problemas e psicológicos, e avaliar o desenvolvimento intelectual das mesmas" conclui Wellington.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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