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Angolanos encontram no Brasil a oportunidade de qualificação e aprendizado

13 jun 2018
13h33
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O número de Angolanos que residem em terras brasileiras disparou nos últimos cinco anos. Muitos migram para o Brasil não só a procura de melhores condições de vida, mas também para melhores condições de estudo.

Foto: DINO

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Justiça em 2014, viviam no Brasil cerca de 12,5 mil angolanos, sendo 3,7 mil residentes. Atualmente, esse número poderá ser ainda maior. Muitos procuram o Brasil pela facilidade na linguagem e também pela aproximação cultural.

Hoje, muitos Angolanos procuram especializações e outras áreas de estudos no Brasil. Existe grande busca pelas modalidades de Cursos de Pós-graduação, Mestrados, Doutorados e Pós-doutorados no Brasil. Diante desse cenário, o Instituto de Educação Superior Latino-americano - IESLA, por meio de projetos, tornou ainda mais viável os estudos do público angolano no Brasil.

"Pensando nisso o Instituto de Educação Superior Latino-americano - IESLA, em 2011, abriu suas portas para o público angolano que idealiza estudar no Brasil. Já somam-se diversas turmas compostas por estudantes dessa nacionalidade. A direção do IESLA vem constatando elevados índices de desempenho acadêmico entre os angolanos inscritos em seus cursos. Ao aferir a qualidade desse desempenho, nota-se presente no perfil angolano tanto a resiliência quanto a dedicação em produzir um conhecimento que resultará em aporte para a educação do país," afirma, Dra. Sara Bernardes, presidente do IESLA.

A parceria entre o IESLA e a Angola está cada vez mais forte. Para o Professor e Dr. Morais Quifica Samuel Matulo, de Luanda em Angola, a parceria é resultado de um grande salto rumo à expansão do conhecimento, "[...] acredito que o IESLA conseguiu abrir as portas para a democratização do ensino. O fato de eu ser Angolano e estar nesta Instituição, constituem, sem sombras de dúvidas em construir competências para que a Angola possa se beneficiar desta formação. Já posso considerar o IESLA como um laboratório do conhecimento científico [...]", afirma Matulo.

Visando sempre a acessibilidade a todos os públicos ávidos pelo conhecimento qualitativo, o IESLA vem escrevendo uma história de parceria bem sucedida na Angola.  Neste momento, já são dezenas de angolanos rumo a uma nova qualificação e até mesmo a defesa da tão sonhada dissertação de mestrado ou tese de doutorado.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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