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vc repórter: passageiros esperam 16h para sair de Madri

17 abr 2010 - 12h52
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Passageiros do voo IB6827, entre Madri (Espanha) e Cumbica, em Guarulhos (SP), relataram o sofrimento de terem esperado 16 horas para embarcar, sendo que dez delas - entre as 6h e 16h desta sexta-feira (16), horário de Madri, no aeroporto madrilenho, em clima de total indefinição.

Quem conta o desenrolar da situação é Glécio Vaz de Campos, que estava com sua esposa. Segundo o morador de Jundiaí (SP), o voo estava programado para sair à 0h da sexta-feira, horário de Madri, quatro horas à frente de Brasília. Logo que chegaram ao aeroporto, foram informados de que o embarque seria adiado e deviam procurar a empresa. Depois de algum tempo de confusão, souberam que sairiam às 8h e foram acomodados em hotéis da região.

Ainda de acordo com Glécio, os passageiros chegaram ao aeroporto às 6h e só entraram no avião às 9h, uma hora após o previsto. Permaneceram duas horas, até as 11h, dentro da aeronave, sem ar condicionado ou refeições, e também sem saber o que acontecia. A tripulação alegou problemas técnicos para o atraso e só teria liberado a saída dos passageiros após uma senhora ter pedido ao piloto, com uma bolsa de remédios na mão.

Em clima de indefinição, e não sabendo se deveriam ou não sair para comer, explica Glécio, os passageiros só embarcaram às 16h, junto com outros de um voo das 12h, que foi cancelado, mas na mesma aeronave que teria sofrido problemas técnicos.

Para o paulista, o que agravou toda a espera foi o tratamento dispensado pela tripulação. "Nunca vi um tratamento tão áspero, grosseiro", reclama Glécio, que usou os serviços da companhia espanhola pela primeira vez. Segundo ele, um passageiro, em espanhol impecável, falou que "estavam tratando a gente como bichos", e recebeu como resposta "agora é que o voo vai demorar mais, pois vou chamar a polícia para tirar você daqui". Os outros passageiros foram em defesa dele e a discussão foi encerrada.

A Iberia foi procurada para explicar o que ocorreu no voo IB6827, mas tanto o escritório de Guarulhos quanto o do Rio de Janeiro não atenderam as ligações. Glécio disse ter preenchido um formulário oficial de reclamação em Madri, mas a companhia não teria disponibilizado papeis para todos os passageiros.

O internauta Alexandre Vaz de Campos, de Jundiaí (SP), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.

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