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Política

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Se o presidente fosse Jair Bolsonaro, taxa de juros seria metade do que está hoje, diz Flávio

27 ago 2026 - 20h17
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Resumo
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, sob a gestão de Jair Bolsonaro, a taxa de juros atual de 14% estaria pela metade, baseando-se em projeções de 2022. No governo anterior, a Selic oscilou entre 2% e 13,75%. Ao lado de sua coordenadora econômica, Daniella Marques, o parlamentar declarou que solucionar os problemas econômicos do país não é difícil e defendeu o ajuste das contas públicas para resgatar a credibilidade perdida pela atual gestão.

O candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, disse nesta quinta-feira, 27, que se seu pai, Jair Bolsonaro (PL), ainda fosse presidente, a taxa de juros do Brasil, atualmente em 14% ao ano, estaria pela metade.

"Lá em outubro de 2022, tinha uma previsão do mercado de que, no final de 2025, a taxa de juros estaria um pouquinho acima de 7%. A taxa de juros no Brasil chegou a 15% no governo Lula. Hoje está na faixa de 14%, mas o importante é: mais ou menos o dobro. A taxa de juros no Brasil, se o presidente fosse Bolsonaro, muito provavelmente ia ter a metade do que está hoje", declarou o presidenciável em sua live semanal no YouTube, ao lado da coordenadora econômica de sua campanha, a ex-presidente da Caixa Daniella Marques.

Em janeiro de 2019, quando Bolsonaro assumiu a Presidência, a Selic estava em 6,5% ao ano e chegou a atingir o menor patamar da história, em 2020, quando chegou a 2%. Entretanto, ao final do governo, em dezembro de 2022, a taxa básica de juros terminou em 13,75%.

Flávio também afirmou que não é difícil solucionar os problemas da economia brasileira. "Eu vou montar um time da parte da economia que vai oferecer todas as soluções. Mas não é uma coisa impossível, difícil de resolver não, gente. É só organizar a casa, é só organizar as contas e com isso a gente consegue resgatar a credibilidade que o Brasil perdeu com o atual governo."

Estadão
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