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Política

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'Nosso pleito não está sob ameaça internacional ou do crime organizado', diz Nunes Marques

Em mensagens divulgadas pelo TSE, presidente nega qualquer interferência ao processo eleitoral brasileiro

3 out 2026 - 20h23
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Resumo
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, garantiu que não há ameaças concretas do crime organizado ou de agentes internacionais contra as eleições de domingo, descartando alterações na data do pleito. Ele alertou a população contra a disseminação de notícias falsas e destacou a atuação independente de sete missões internacionais de observação. Para assegurar a transparência e a segurança, o tribunal criou uma sala para os partidos acompanharem a apuração e monitorará o clima em tempo real.

BRASÍLIA - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, negou que haja qualquer ameaça identificada pelos órgãos de inteligência à realização do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4. Segundo o ministro, não há risco de interferência no processo eleitoral nem de agentes internacionais nem do crime organizado.

"Nosso pleito não está sob ameaça concreta, seja internacional ou do crime organizado. Os órgãos de inteligência que trabalham em parceria conosco não apontam qualquer indício disso. A data das eleições não corre o risco de ser alterada", disse o ministro.

Ele também alertou para a importância de checagem das informações antes de dar crédito a elas. "O eleitor não pode acreditar em informações falsas criadas apenas para gerar tumulto e tentar desestabilizar a realização do pleito. Isso é tirar um dos direitos mais importantes das brasileiras e dos brasileiros", afirmou.

Em outro vídeo divulgado pelo TSE, Nunes Marques ressaltou a ausência de interferência de outras nações nas eleições brasileiras. E lembrou que sete missões internacionais atuarão em estados de forma independente para acompanhar o processo de votação brasileiro.

"Muito se fala sobre ameaças internacionais às eleições brasileiras. É importante dizer que o Brasil e as demais nações democráticas do mundo historicamente trocam conhecimentos e contribuem mutuamente para o fortalecimento das democracias. Nações democráticas dialogam, nao interferem", declarou.

Nas mensagens, o ministro lembrou que o TSE criou a sala dos partidos políticos, um espaço para os representantes das legendas acompanharem as votações em tempo real. Também haverá monitoramento em tempo real de eventos climáticos com potencial para atrapalhar a votação.

Estadão
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