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Política

Ministro: conversa de estupro atribuída a Lula é "um nojo"

27 nov 2009 - 18h27
(atualizado às 18h49)
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Laryssa Borges
Direto de Brasília

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, disse nesta sexta-feira se tratarem de "um lixo e um nojo" as acusações de César Benjamin, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), segundo as quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria tentado fazer sexo à força com um colega de cela na época em que estava preso, nos anos 80. "É um um lixo e um nojo de quem escreveu e de quem publicou", disse Martins.

O presidente Lula, que tomou conhecimento nesta manhã das declarações de Benjamin, está, conforme explicou seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, "triste, abatido e sem entender" o motivo do ataque.

O artigo de Benjamin, que militou no movimento estudantil, afirma que Lula disse ter tentado "subjugar" um colega de cela mais novo quando ficou preso por cerca de um mês. O texto, publicado no jornal Folha de S.Paulo, narra uma conversa que o autor diz ter tido com o então candidato à Presidência da República, em 1994.

Benjamin afirma que Lula perguntou quanto tempo teria ficado preso durante a ditadura militar. Surpreendido com a resposta de que o autor passou "alguns anos na prisão", o presidente teria dito: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".

Segundo o artigo, a vítima era conhecida por "menino do MEP", em referência a uma extinta organização de esquerda. Benjamin afirma que Lula teria ficado surpreso com a resistência do "menino", "que frustrara a investida com cotoveladas e socos". Segundo o autor do artigo, estavam na mesa da conversa o publicitário Paulo de Tarso e o segurança de Lula.

Para Gilberto Carvalho, o caso reflete "uma coisa de psicopata". "Para nós é uma coisa que só pode ser explicada pela psicopatia. Não vamos dar a mínima importância (ao episódio). Vamos nos sujar se fizermos isso. Quando a coisa é séria a gente reage. Quando não é (ignoramos)", disse.

Fonte: Especial para Terra
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